Jehozadak Pereira

Mais textos e artigos sobre aborto

Posted by: jehozadakpereira on: April 12, 2012

Jehozadak Pereira

Todos estes textos têm, contém ou falam sobre o aborto e foram escritos ao longo dos anos. São entre outros textos, alguns dos mais lidos do blog em todos os tempos.

Aborto nos EUA. legal, mas moral?

Aborto

Filhos, por que tê-los

Entrevistas: Jaime Kemp

Aborto, uma questão pessoal

Posted by: jehozadakpereira on: April 12, 2012

Jehozadak Pereira

Há pouco o Supremo Tribunal Federal no Brasil considerou legal o aborto de anencéfalos, debaixo de muita gritaria e estresse. Escrevi este texto em 2009 e ele é um dos mais acessados e lidos no blog. Pessoalmente e nas minhas convicções pessoais sou contra o aborto, porém considero o direito de cada mulher de fazê-lo. Se quiser deixar a sua opinião, use a área de comentários. 

A velha questão do direito ou não de abortar volta a tona com força e com manifestações pró e contra a prática. Até que ponto uma mulher tem o direito de abortar sem que o estado interfira? Deve-se necessariamente excluir da discussão o aborto com finalidade comprovadamente médica – risco para a gestante, malformações graves no feto, os que tem origem no abuso sexual e estupro. A partir daí a questão passa a ser meramente moral e ética.

No Brasil por exemplo, nunca se fez tanto aborto, mesmo sendo a prática proibida e criminalizada por lei federal. Lei que é burlada sistematicamente sem que nenhuma atitude seja tomada. Estima-se que no Brasil aconteça dois abortos clandestinos por minuto, o que totaliza 1,4 milhão por ano. O aborto é considerado a quarta causa de morte materna no Brasil, principalmente na população de mulheres de baixa renda.

Já na América quanto mais se discute, menos se chega a uma conclusão satisfatória ou coerente, e nos estados em que o aborto é legal, há filas de mulheres que querem deliberadamente abortar, mesmo com toda a pressão de religiosos e de entidades contrárias ao aborto.

Os abortos com recomendação clínica ou por motivos morais, são ínfimos diante dos que são feitos por outras razões. Razões que invariavelmente envolvem descuido por parte de mulheres e homens, que não usam nenhum método contraceptivo.

As estatíticas são assustadoras. Nos Estados Unidos, são feitos cerca de quatro mil abortos por dia, e a exemplo do que acontece no Brasil, a maioria por causa de gravidez indesejada, principalmente pela mulher solteira que por motivos sociais opta por não ter o filho.

Os problemas oriundos são diversos e envolvem culpa, traumas diversos e as vezes sequelas fisicas irreversíveis. Com isto se constata que se a mulher às vezes não quer e não está preparada para a gravidez decorrente de um relacionamento qualquer, menos ainda está para aguentar as consequências psicológicas de ter feito o aborto.

Mas como fica o direito da mulher de optar ou não por um aborto deliberado? É claro, que ela tem sim o direito de decidir se quer ou não que o feto que carrega nasça ou não. Mas e o direito a vida?

Bem, o direito a vida é inquestionável em todos os aspectos, principalmente para quem não pediu para ser concebido e que é fruto da irresponsabilidade de pessoas que teoricamente deveriam saber o que fazem.

Permitir o aborto é uma acinte à vida, proibi-lo é violar o direito que em tese uma mãe teria, e ao mesmo tempo fomentar – principalmente no Brasil e em outros países que proíbem o aborto – uma indústria macabra e cada vez mais próspera, onde fetos são extirpados, as vezes com violência e literalmente jogados no lixo, banalizando a vida humana. Valeria mais se as autoridades discutissem a questão no campo da moral e da ética, pois esta parece ser a única forma e modo de constranger quem deliberadamente quer optar pela violência do aborto.

Ressalte-se que cada ser humano tem o direito de decidir o que quer e o que é melhor para a sua vida, principalmente a mulher que por um descuido qualquer engravida, e pratica o aborto, por isso deve saber sim, que tem o direito de fazê-lo, mas fica a pergunta – deve mesmo fazer?

Todos os direitos reservados ao autor – março/2009

Presidente Dilma Rousseff decepciona imigrantes em Massachusetts

Posted by: jehozadakpereira on: April 11, 2012

Jehozadak Pereira

Não podia ter sido pior a passagem da presidente Dilma Rousseff por Boston na terça-feira, 10. Isolada da população pelo rígido protocolo imposto pelo Itamaraty, a presidente passou ao largo dos brasileiros e tampouco fez questão de interagir com a comunidade. Ou seja, a intenção era fazer negócios e isto ficou mais do que evidente em todos os aspectos da sua visita ao Estado de Massachusetts.

Porém, no final da sua palestra na Harvard Kennedy School of Government, para alunos, autoridades e convidados, Dilma foi surpreendida com uma pergunta sobre o que poderia fazer por estudantes indocumentados, já que um dos motivos da sua visita ao Estado era fomentar convênios e acordos para o programa Ciência sem Fronteiras, inclusive abrindo a possibilidade de financiamento para quem mora no exterior e é indocumentado.

Dilma foi contundente na sua resposta ao dizer textualmente – “Quero ser muito sincera. Nós temos 190 milhões de pessoas no Brasil que tenho de dar conta delas e não podemos dar conta de tudo imediatamente e asseguro que gostaria muito que os que imigraram tivessem oportunidades, agora a prioridade que tenho que encarar é para os que estão no Brasil. As pessoas que moram aqui tem acesso a outras oportunidades que os que moram no Brasil não tem, tenho de dar conta disto, primeiro tenho de atendê-los e quero dizer que a longo do meu governo, não tenho como atender os imigrantes, tenho como protegê-los e colocar todo consulado garantindo e melhorando condições, conversando com governos no sentido de melhorar condições, mas não tenho como dar a todos os imigrados as mesmas condições dos que estão no Brasil”, disse a presidente Dilma.

Deve-se dizer à presidente Dilma Rousseff que a comunidade, ou melhor, que os brasileiros que moram no exterior não querem esmola, não querem trocados ou qualquer tipo de favor dela ou de qualquer outro governante de plantão. O que os brasileiros que migraram querem é respeito dos que tem o poder de mando, querem que o governo reconheça que têm direitos e que estes precisam ser respeitados.

Aliás, as coisas para os brasileiros que moram no exterior acontecem a conta gotas e ao que parece são assim, porque estes se contentam com pouco, muito pouco. Outro dia mesmo, através da rede consular foi liberado o saque de quem tem dinheiro oriundo do fundo de garantia de modo até simples e direto, mas que é pago no Brasil, embora o pedido possa ser feito em qualquer consulado nos Estados Unidos.

Também isto não significa que os brasileiros no exterior estão a mercê da própria sorte, mas deixa claro que não podem jamais depender de qualquer ato ou atitude do governo brasileiro em qualquer circunstância.

Deve-se dizer que o governo brasileiro não consegue sequer cuidar dos que estão dentro das suas fronteiras, o que dirá então dos que estão morando fora, haja visto as graves questões que envolvem a saúde – todos os dias temos notícias de que pessoas morrem nas filas dos hospitais sem atendimento adequado; da educação – é igualmente grave a questão do ensino fundamental no Brasil e da segurança pública, já que mesmo não sendo uma atribuição do governo federal, há falta de verbas e de preparo específico.

Logo, o que a presidente Dilma falou em sua estada em Massachusetts deixa mais do que claro que pouco ou nada se importa com quem está no exterior, e isto não é uma situação que foi criada neste instante e sim que já vem de longa data e que ainda vai perdurar por outro tempo.

A mensagem foi clara, direta e objetiva – que cada qual cuide do seu lado, pois se depender de D. Dilma…

Uma ilha chamada Fausto

Posted by: jehozadakpereira on: April 9, 2012

Jehozadak Pereira

Este texto foi escrito em 18 de setembro de 2010 e desde então o protagonista continua isolado…

Isolado. Totalmente isolado, porém tendo somente a companhia do seu fiel escudeiro que cada dia mais faz ares de afetado e com um semblante de falsa e ensaiada indignação, apoiados por uma entidade que apoiou o candidato republicano nas últimas eleições presidenciais. O calvário do ilhado Fausto começou na terça-feira, 16, quando ele se deu conta da nota de esclarecimento dos jornais comunitários de Massachusetts, acerca do boicote proposto por ele contra os anunciantes dos jornais. Fausto e o seu escudeiro são onipresentes no rádio. Saem de um programa para outro onde pregam sempre para os mesmos ouvintes que se repetem nos dois programas. No primeiro deles, Fausto tomou uma esfrega tão grande de Carlos DaSilva que só não se perdeu o rumo de vez porque está ilhado na sua falácia sem sentido e sem destino.

Habilmente Carlos perguntou a Fausto do apoio da entidade que lhe dá suporte acerca da adesão aos republicanos. Pego de surpresa Fausto engasgou, tossiu e disse que o apoio era por causa das propostas dos republicanos nas questões do aborto e do casamento gay.

Ah bom! Sem se dar conta de que havia sido pego na mentira Fausto mudou o rumo da conversa para uma matéria publicada no jornal Brazilian Times e em seguida agradeceu a Deus mais uma vez porque segundo ele, o mesmo jornal que publicava a nota de esclarecimento, veiculava uma reportagem que segundo ele foi sua indicação completando que iria denunciar o BT por plágio sem esquecer de citar a “falta de ética” dos “jornaizinhos”.

De ética Fausto deve entender bastante já que literalmente passou por cima do Board do Centro do Imigrante Brasileiro tantas quantas vezes quis passar, desrespeitou seus companheiros do modo como bem entendeu e na hora que achou que devia fazê-lo. Ele realmente pode dar lições de ética como um “líder” comunitário.

Fausto passou todo o seu programa da terça-feira caindo em contradição. De tão perdido que estava na mesma hora dizia uma coisa e em seguida se desdizia. Isolado pela verdadeira liderança comunitária que se insurgiu contra ele com atitudes firmes e coerentes principalmente quando mostrou que a comunidade brasileira não está apoiando a proposta de boicote de Fausto. Aliás, os programas são sofríveis. Há um certo ar de déjà vu, de algo forçado, dos auto-elogios baratos e tão reais quanto uma nota de US$ 4.

Outra coisa que Fausto não suporta e talvez por isso é que queira um boicote aos anunciantes dos jornais é que estes alcançam muito mais gente do que os seus programas que têm alcance limitado e principalmente porque estão confrontando-o insistentemente.

No começo era a pregação ao boicote puro e simples ao Census 2010. Depois que foi devidamente confrontado e desmascarado, Fausto mudou de estratégia e passou a falar em “reforma imigratória” e para tentar se defender dos jornais, disse que estes estavam contra a legalização. Incontinenti foi desmentido pela nota de esclarecimento e mais uma vez ficou sem argumento, pois definitivamente não contava com a pronta reação dos veículos de comunicação.

Não se sabe ainda a serviço ou a mando de quem Fausto está, o certo é que algo de estanho há no ar e ele ainda não se deu conta de que hoje é somente uma caricatura do que já tentou ser um dia. Se num passado recente lutava pelo bem do trabalhador, hoje ao se aliar a radicais que nada tem a ver com a comunidade brasileira, se permitiu ser manipulado, além de passar por um processo de lavagem cerebral, tal como pretende fazer com seus ouvintes. Seus antigos companheiros e apoiadores de luta em favor do bem comum já não querem mais ser vistos ao seu lado, o que contribui para o seu isolamento total. Uma frase dita por uma destas pessoas um dia destes ilustra bem o que Fausto anda fazendo. Disse a pessoa, que pior que cuspir no prato que se comeu é fazer cocô neste mesmo prato. Mas o que é isto para quem está isolado numa ilha…

A crise – interminável – na comunidade brasileira em Massachusetts

Posted by: jehozadakpereira on: April 9, 2012

Jehozadak Pereira

Este texto foi escrito em 21 de agosto de 2010 e publicado em seguida. Mostra a crise da qual a comunidade brasileira no Estado de Massachusetts vem passando e que se agravou desde então. O protagonista é o mesmo e onde tudo isto vai parar não se sabe. Mas pelo caminhar das coisas, vai longe…

O tiro no pé de Fausto da Rocha

Nada podia ser pior neste instante do que as declarações de Fausto da Rocha, ainda diretor-executivo do Centro do Imigrante Brasileiro ao portal G1 do sistema Globo de Jornalismo. Apesar de todos os esforços e do esclarecimento do Census Bureau acerca da privacidade e do sigilo dos dados colhidos da população que tem sido exaustivamente feito já há alguns meses, Fausto, sabe-se lá por quais motivos e razões resolveu simplesmente detonar com tudo isto.

É notório que Fausto da Rocha é tido como a personalidade de mais evidência entre a nossa comunidade nos Estados Unidos e tem desde há alguns anos uma carreira de bons serviços prestados na defesa dos direitos do trabalhador brasileiro. No entanto, nos últimos tempos Fausto tem perdido o seu tempo com algumas posições e posturas totalmente dispensáveis, como a sua perseguição ao cônsul-geral do Brasil em Boston entre outras.

Suas críticas, especialmente as que faz no programa de rádio, extrapolam o bom senso e a simples reclamação, ao partir para os ataques pessoais, talvez motivado pelo seu passado de ativista político no Brasil, onde importava reclamar, não importando contra quem. É a velha máxima dos ativistas espanhóis, de que se hay gobierno, soy contra.

Fausto poderia ser hoje se quisesse a maior liderança brasileira na América, mas ao invés de se tornar um grande prefere se apequenar. É notória a falta de um líder capacitado e coerente na comunidade brasileira, e certamente o diretor-executivo do Centro do Imigrante Brasileiro com seus 20 anos de América pode e tem a capacidade de saber o que de fato a comunidade precisa. Porém, quando deveria conjugar o verbo no plural, prefere conjugá-lo no singular, prestando um desserviço imenso às entidades como o Census Bureau e o Consulado Brasileiro. Poderia também ter ido muito mais longe do que foi se deixasse de lado algumas posições pessoais de intransigência deliberada.

Fausto não pode ignorar que sua voz tem um peso considerável, e há uma grande parcela da comunidade brasileira que o tem como um referencial importante e talvez o único. Fausto precisa saber que sua voz só é ouvida porque tem atrás de si uma entidade de respeito e de luta como o Centro do Imigrante Brasileiro, daí, a importância do que fala.

Inclusive, o board do Centro do Imigrante Brasileiro fez questão de dizer que a opinião emitida por Fausto a favor de um boicote ao censo é pessoal, mas como dissociar a fala da pessoa da entidade? Tampouco adiantaria jogar a culpa em cima do jornalista que fez a reportagem, pois este expediente já não cola mais

Se Fausto quisesse emitir a sua opinião como pessoa – e tem todo o direito de fazê-lo, deveria se afastar definitivamente do seu cargo, pois certamente a repercussão do que disse seria outra totalmente diferente. Também precisa saber que é hora de deixar o lugar para que outro tome conta e conduza uma das mais conceituadas organizações brasileiras no exterior ao patamar que ela precisa estar, e que tanto falta faz para a comunidade brasileira.

Não se sabe ainda se Fausto da Rocha foi infeliz ou precipitado – ou ambas as coisas – nas suas declarações, mas a realidade é que o estrago foi feito e agora teremos que nos desdobrar para corrigir o que foi dito.

Há por parte de alguns setores da sociedade, principalmente algumas lideranças religiosas  hispânicas um movimento para boicotar o Census 2010 em troca de uma anistia aos imigrantes indocumentados, e talvez seja a vontade de estar bem com esta gente é que tenha levado Fausto a se posicionar ao lado deles, mas há de se ressaltar que este boicote inoportuno gere problemas irremediáveis para quem está aqui sem documentos, ou seja, é possível que tudo piore em vez de melhorar. Se querem fazer um boicote que o façam, mas deixem de lado o Census 2010.

Fausto da Rocha poderia ter ficado calado em vez de pregar o boicote ao Census 2010, mas preferiu falar e deu um tiro no próprio pé, e desta vez passou de todos os limites.

Nós fomos avisados…

Posted by: jehozadakpereira on: April 6, 2012

Jehozadak Pereira

Sim, nós fomos avisados de que estávamos alimentando uma serpente peçonhenta o tempo todo. Sim, estamos falando de Fausto da Rocha, o pólo de desunião e estresse na comunidade brasileira em Massachusetts nos últimos três anos desde que se insurgiu contra o Census 2010 e a partir daí trocou as bolas e está fazendo de tudo para destruir a sua história, sem contar que jogou a comunidade na pior e mais longa crise da sua história nos EUA.

Brigou com todos os que podia – e não podia – brigar. Afrontou, ofendeu, injuriou, destratou, difamou, xingou, maltratou, não respeitou reputações e tampouco histórias de pessoas honradas, dignas, honestas, trabalhadoras pelo simples fato de que elas tinham um ponto de vista diferente do seu. Fausto tinha um alvo e um objetivo que era passar por cima de todos, e por isso não poupou esforços, palavras, atos e atitudes vis.

Em tudo isto, Fausto usou e abusou da manipulação barata de pessoas que se prestaram a fazer o papel de vassalos e de mensageiros do mal. Ele faz questão de dizer que saiu porque quis do Centro do Imigrante Brasileiro, quando na realidade foi convidado a se retirar depois que quase levou a entidade a falência por causa das suas posições.

Cercado e apoiado por cupinchas, Fausto virou as costas e destratou Álvaro Lima, Eduardo Siqueira e Alexandra Barker, entre outras pessoas, chamando-os de traidores porque trabalham para governos e entidades americanas, como se isto fosse desonroso para eles, tudo sob o aplauso de gente medíocre como ele o é.

Fracassada a sua campanha contra o Census 2010, Fausto continuou apelando para ser notícia, valendo-se de programas de rádio onde falava – e fala o que bem entende sem que ninguém possa contestá-lo. Nestas suas perorações irritantes e intermináveis os alvos preferenciais passaram a ser empresários, jornalistas, donos de jornais e publicações, oficiais de polícia, lideranças comunitárias e um desesperado enredo para se eleger representante comunitário, numa eleição cheia de dúvidas e suspeitas, que se fosse levada a sério teria que ser anulada.

Fausto jamais se deu por satisfeito na sua cruzada para se manter na berlinda e com isto foi se isolando cada vez mais, deixando claro a sua mitomania e arrogância. Porém, quem achava que tinha visto tudo da parte dele se surpreendeu mais uma vez quando se voltou contra o radialista Emidio Martins, a quem deve muitas coisas, inclusive a notoriedade que tem, pois Martins sempre o acolheu e deu generoso espaço nos seus programas de rádio, inclusive permitindo que usasse de graça o seu estúdio em Quincy.

Nas últimas semanas, Fausto mostrou mais uma vez quem de fato é – um homem desprovido de caráter e dignidade que para satisfazer o seu ego denigre uma das mais notórias prestações de serviço para uma comunidade cada vez mais a deriva e carente de uma liderança consistente, já que as pessoas de bem parecem ter se cansado dos xingamentos e ofensas das quais foram vítimas da parte dele. Fausto se assemelha cada vez a uma serpente venenosa a quem não se pode dar a comida com a mão, pois se isto acontecer vai tratar de morder e injetar a sua peçonha.

A ser verdade que foi ele mesmo quem fez a denúncia que provocou a interdição do estúdio da Rádio do Povo, mostra que jamais se preocupou com o bem estar da população e da comunidade brasileira e joga de uma vez por todas na lata do lixo toda a sua – má – fama de desagregador, intrigueiro e futriqueiro profissional e de tempo integral.

Mesmo que o abaixo assinado que corre na comunidade não dê em nada, já produziu o efeito moral a que se destina, pois mostra a insatisfação de todos contra Fausto da Rocha que a cada dia mais se mostra indigno e despreparado para ser um líder de verdade. Tudo isto que Fausto faz não é novidade alguma, pois o tempo todo fomos avisados de quem ele é, portanto nada disto do que ele faz é inédito. É coisa de – mau – caráter mesmo.

De nada adianta chorar e se fazer de vítima, pois as suas lágrimas não convencem ninguém. Aliás, dizem que são lágrimas de crocodilo…

Quando a fé se torna um negócio lucrativo

Posted by: jehozadakpereira on: March 28, 2012

Jehozadak Pereira

Tem sido interessante ver a briga, ou melhor, a guerra santa entre Edir Macedo e Valdemiro Santiago, ditos apóstolo e bispo. Onde vai parar? Quem sabe? O que se sabe é que ambos estão milionários e cada vez mais ricos, como tantos outros que ao longo dos anos têm engordado não só o gado, como o rebanho todo. Já escrevi isto outras vezes e cada vez se torna mais evidente que hoje, alguns homens entram no ministério para enriquecerem, em detrimento às práticas do passado, onde muitos se tornaram ministros por amor ao Evangelho e às almas. Entraram pobres e saíram pobres.

Hoje qualquer destes se tornam milionários em poucos anos e a evidência disto são os sinais exteriores de riqueza, ou seja, cada vez têm mais coisas, principalmente dinheiro nas suas contas bancárias. Suas igrejas, ou melhor, os seus negócios, são geridos com mão de ferro e a arrecadação é o alvo principal desta gente toda.

Outro dia mesmo, o Silas Malafaia estava furioso porque o Valdemiro Santiago fez uma oferta melhor e levou embora o seu precioso – e caro – horário televisivo e restou a ele esbravejar contra o apóstolo. Os motivos dele? Certamente não eram vidas ou as almas. Diz-se popularmente que se mexermos no bolso de um homem ele fica furioso. Pela reação do dito cujo dá para ver que o ponto mais sensível do corpo dele atingido em cheio. Porém, o mais interessante é ver que há poucos meses atrás o próprio Malafaia falou grosso e fez bravatas na TV defendendo o Santiago que segundo ele estava sendo vítima das autoridades. Só não contava que fosse passado para trás do modo como foi.

Aliás, estes ricos empresários estão é mesmo preocupados em amealhar cada vez mais dinheiro. Só isto os interessa. Fico imaginando o dia em que as autoridades resolverem abrir as caixas pretas destes ‘ministérios’. Vão encontrar coisas do arco da velha…

A ênfase desta turma é a prosperidade, cada vez mais descarada e abjeta. E os aviões? E os carrões blindados? E o modo de vida cada vez opulento e milionário? Qual é a riqueza ou progresso que desenvolvem? Bem, alguns poderão dizer que há vidas restauradas e que foram livradas de todo tipo de coisas nocivas. Pode até ser verdade, mas quantas estão sendo enganadas e espoliadas descaradamente?

Claro que nem Macedo, nem Santiago e tampouco o Malafaia são os únicos, mas devem ser os que mais estão em evidência e são a melhor representação de que a fé é um grande e milionário negócio…

Inveja

Posted by: jehozadakpereira on: February 10, 2012

Jehozadak Pereira

Em janeiro de 2012 publiquei este post com uma série de artigos sobre inveja que tem ajudado muita gente a lidar com os invejosos de plantão. Sugiro como leitura a cada um.

 

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Fundação Icla da Silva: Fazendo a diferença

Posted by: jehozadakpereira on: January 28, 2012

Brasileiros de Boston podem salvar vidas de pacientes com leucemia em campanhas da Fundação Icla da Silva

Você, leitor, pode não saber, mas há uma possibilidade de ser a resposta para algum paciente que sofre de leucemia, linfoma ou outro tipo de câncer no sangue. Estes enfermos, na maioria crianças e adolescentes, necessitam urgentemente de um transplante de medula óssea de um doador compatível – ou seja, células de sangue. Como há pelo menos 68 brasileiros aqui nos Estados Unidos sofrendo destas doenças e as chances de compatibilidade são maiores dentro da mesma raça ou etnia, você pode ser a esperança. Para tanto basta dar o primeiro passo numa das campanhas da Fundação Icla da Silva, que neste fim de semana estará na região de Boston.

Desde 1992 a instituição realiza este trabalho de incluir possíveis doadores no Programa Nacional de Medula Óssea (Be The Match) através de ações em pontos brasileiros, desde igrejas e associações, até restaurantes, consulados itinerantes e eventos da nossa comunidade. Infelizmente, a probabilidade de pacientes conseguirem um doador compatível é pequena, mas é justamente aumentando o número de doadores no registro que poderemos aumentar a esperança dos pacientes e seus familiares.

De 27 a 29 de janeiro, ou seja, neste fim de semana, a Fundação estará com seus representantes e voluntários em várias campanhas na região de Boston, com o objetivo de registrar potenciais doadores. Basta preencher um formulário com informações pessoais e passar quatro cotonetes na bochecha. A saliva é suficiente para determinar se você é um doador em potencial e, em caso de compatibilidade, o possível doador será chamado para novos testes em um laboratório perto de sua casa. Vale lembrar que, com os avanços da medicina, quase 80% dos transplantes de medula óssea são feitos hoje através de um processo semelhante à doação de sangue, ou seja, fácil, seguro e gratuito.

Mensalmente 60 mil novos possíveis doadores se registram no programa nacional de medula óssea, cerca de 40 mil deles através da Fundação Icla da Silva, que é o maior grupo de recrutamento do Be The Match nos Estados Unidos. Só no ano passado, o registro americano facilitou a realização de mais de cinco mil transplantes, graças aos mais de nove milhões de pessoas inscritas. Precisamos, agora, de uma maior representatividade de brasileiros neste banco de doadores.

Seja você também um possível doador de medula óssea e salve uma vida! Participe, organize uma campanha. Alguém está precisando de sua ajuda. Mais informações pelo telefone 646.385-0671 ou através do site www.icla.org. Para registros online, use o link http://join.marrow.org/amor

Detalhes importantes:
- Para se registrar basta ter entre 18 e 61 anos de idade
- Qualquer pessoa pode ser incluída no Be The Match, independente do status imigratório neste país

Campanhas da Fundação neste fim de semana (confira outras no site icla.org):

Sábado, 28 de janeiro – 11 AM

Igreja Adventista Brasileira

4 Oak Street

Wakefield, MA – 01880

Domingo, 29 de janeiro – 9 AM

Igreja Santo Antônio de Pádua

400 Cardinal Medeiros Avenue

Cambridge, MA – 02141

Domingo, 29 de janeiro -7 PM

Revival Church for the Nations

25 Webster Street

Everett, MA – 02149

Ligue para 646.385-0671 para agendar uma campanha em sua comunidade

O país da esculhambação

Posted by: jehozadakpereira on: January 27, 2012

Jehozadak Pereira

Este triste episódio do desabamento de três prédios no Rio de Janeiro vem se somar e compor mais uma triste crônica da cena brasileira. O que se passou desta vez? Tudo ruiu por causa de uma obra no prédio maior? Se havia a obra e parece que havia quem autorizou? Havia um alvará? A obra estava sendo supervisionada por gente capacitada?

O que se vai ver nos próximos dias é a exploração barata pela Globo e congêneres do acontecido.

O que se vai ver nos próximos dias é um desfile de desculpas esfarrapadas das autoridades, especialmente do governador Sérgio Cabral com sua cara de lambão e do prefeito Eduardo Paes que vão tentar de tudo para tira de cima de si a culpa pela tragédia.

No ano passado vimos uma das maiores tragédias com as mortes provocadas pela chuva na serra fluminense. O que foi feito? Nada. Se chover este ano de novo, vai acontecer tudo de novo – tomara que não. As desculpas vão se repetir.

Assim, de tragédia em tragédia, de descaso em descaso, de desculpa em desculpa vai se vivendo. O cidadão que paga impostos é obrigado a conviver com insegurança, com violência, com corrupção dos políticos que uma vez eleitos se perpetuam no poder e se revezam nos cargos ad eternum.

Tudo isto transforma a cada dia o país cada vez mais avacalhado e esculhambado e a caminho do caos.

A sorte é que o nosso povo é pacato e cordato e jamais vai reagir contra estes velhacos que os dirigem.

Uma pena que seja assim, pois se somos abençoados por Deus, somos ao mesmo tempo uma nação cada vez mais corrompida politicamente.

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