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Pais confusos, filhos problemáticos

In Comportamento on July 5, 2007 at 12:49 am

De quem é a culpa de jovens aparentemente dóceis se transformarem em assassinos? Se formos remontar a cada uma destas histórias vamos encontrar toda sorte de coisas que aconteceram dentro das casas de cada um.

Tempos atrás eu conversei longamente com um jovem de quinze anos de idade. Durante toda a conversa ele olhou para o chão. Poucas vezes me encarou. O nosso bate-papo girou em torno de família, profissão, igreja, conversão, etc. Em determinada altura, eu lhe perguntei quais eram as suas perspectivas de vida futura.

Surpreendentemente ele me respondeu que nenhuma, e continuou dizendo que embora não sabendo o que fazer, ele não queria ser igual ao seu pai e sua mãe. Curioso, eu indaguei dele o porque.

Como que se tivesse provocado uma reação química, ou explosiva, o rapaz desandou a falar, e contou-me coisas espantosas. Disse das práticas do seu pai e dos costumes da sua mãe. Falou da falta de compromisso com Deus de seu pai. Disse que o pai na igreja era uma coisa e em casa, outra. Contou que sua mãe, que era líder das senhoras na igreja, em casa era uma insana, segundo as suas palavras. Brigava o tempo todo, falava da vida de todo mundo, e não suportava a vida doméstica.

Do pai, falou da personalidade fraca e confusa, das crises de depressão por causa do sucesso dos tios, e amigos, da instabilidade profissional, e de uma série de outras coisas.

Fiquei pasmo diante do desabafo do jovem. Ele queria ser tudo, menos igual ao pai e a mãe. Aquela conversa não me saiu da cabeça por um bom tempo. De que forma e modo eu poderia interagir com aquele jovem? Ou mesmo com aqueles pais? Pus-me então, a observar ao meu redor o quanto às pessoas, especialmente certos pais disfarçam seus comportamentos em público. Pais que em casa junto com a família tem uma postura e na sociedade uma outra completamente diferente.

Personalidades fracas, casamentos fracassados, palavras dúbias, mentiras, ciúmes, falsidade, uma prática cristã vivida de qualquer modo, falta de compromisso com as coisas de Deus, tratamento áspero com cônjuges e filhos.

Certa vez, eu fui à cadeia de Cuiabá com um amigo advogado. Lá pelas tantas, um grupo de evangélicos chegou para o culto dominical. Conversando com o capitão responsável pela guarda ele afirmou que havia lá dentro um grupo de mais de cem crentes. A imensa maioria deles filhos de pais crentes, e que haviam enveredado pelo crime, como uma forma de escapar da vida em que seus pais levavam.

Outro dia eu li um livro, onde o autor afirma, que sua igreja faz um trabalho de atendimento a mendigos, bêbados e pessoas que vivem como indigentes, e para espanto deles grande parte destas pessoas são de desviados ou filhos de crentes.

Filhos que esperavam de seus pais alento, carinho, atenção, mas que não tendo nada disto foram buscar estas coisas em outros lugares e acabaram nas sarjetas ou nas cadeias da vida. E aqueles que por falta de coragem não enveredam pelos caminhos maus, mas que não querem jamais saber do Evangelho?

Há pais tão confusos, que jamais sabem o que fazer diante de determinadas situações. Pais que permitem que seus filhos briguem entre si, e acham que isto é normal, e o que é pior – às vezes até incentivam tais comportamentos. Não sabem que contribuem para que seus filhos cresçam sem limite algum. Se brigarem com seus irmãos, vão certamente brigar com todos pela vida afora, e vão sempre achar que é a coisa mais normal do mundo.

Serão eternas vítimas de pais confusos. Por conta desta confusão muitos filhos fazem dos seus pais reféns e escravos das suas vontades. Uma vez uma mãe veio conversar comigo dizendo que apanhava da sua filha. Aquela mãe não me parecia tão velha, embora aparentasse sofrimento e pesar nas suas atitudes. Indaguei sobre a idade da filha – catorze anos – e ela era agredida desde que a menina tinha dez anos. E as agressões eram cada vez mais constantes e ela já não sabia o que fazer. Denunciar a menina? Reagir? Mandar para a casa de parentes? Ela não sabia o que fazer, o que a tinha assustado ainda mais, era que a caçula de nove anos, dias antes, havia tomado a mesma atitude da irmã mais velha e a agredido também.

Esta rotina – de pais agredidos – por filhos é uma constante e acontece com uma freqüência além do que pensamos ou imaginamos. Perguntei então a mãe agredida como havia sido a infância da sua filha. Possessiva. A menina era extremamente possessiva com as suas coisas. No seu relato ela dizia que já aos três anos de idade a menina tinha crises de choro e se jogava no chão cada vez que era contrariada.

Se não gostava da comida, jogava o prato no chão. Se os pais estavam assistindo determinado programa de televisão que ela não gostava, simplesmente ela mudava de canal e se houvesse reação, certamente ela quebraria o controle remoto, ou o que estivesse ao alcance da sua mão.

Há um outro componente importante nesta história toda. Quantos filhos fazem igual com seus pais, e estes complacentemente aceitam tais comportamentos.

Filhos hoje se tornaram tiranetes que não hesitam em partir para o confronto com seus pais ao menor sinal de contrariedade. Filhos possessivos, que se tornam agressivos. Uma das teorias perversas é a de que filhos não devem ser castigados fisicamente. A psicologia introjetou na mente da humanidade de que, se uma criança for corrigida ela vai ficar traumatizada e com seqüelas pelo resto da vida.

É só ver o quanto de crianças, jovens e adolescentes que vão aos psicanalistas para fazer análise e tentar com isto corrigir os seus desvios de personalidade. Crianças egoístas, prepotentes, antipáticas, irascíveis, insolentes, caprichosas, desobedientes, que jamais aceitam um não como resposta, e que exigem dos seus pais que cada vontade sua seja cumprida a risca.

É só ver os motivos pelos quais Suzane von Richthofen tramou a morte dos seus pais. Contrariada porque eles proibiam seu namoro, ela não hesitou em eliminar quem lhe impedia as vontades, mesmo que fossem seus pais.

É necessário dizer que se crianças, jovens e adolescentes ocupam espaços que não lhes pertencem é porque seus pais assim o permitiram e aceitaram passivamente. Falta a determinados pais coragem de confrontar seus filhos, de os colocar nos seus devidos lugares, e com isto sofrerão mais tarde.

A incapacidade destes pais passa por diversos fatores. Desajuste familiar, trabalho em excesso, outras prioridades que não a família, superproteção, sem contar que os tempos são outros. Anos atrás, crianças com sete, oito anos não tinham acesso a computadores ou jogos eletrônicos. Hoje qualquer escola tem computadores a disposição dos seus alunos, e os jogos eletrônicos estão presentes em muitos lares. Outro fator de desenvolvimento mental e intelectual de crianças é a televisão. Sem contar que muitos pais estão parados no tempo e no espaço, não progrediram como deveriam, dai são presas fáceis dos seus filhos.

O resultado de tudo isto, são crianças, jovens e adolescentes desprovidos de todo tipo de educação possível. Querem ver a confirmação disto? Perguntem na escola que há na sua rua ou na próxima esquina para qualquer professor, como é o comportamento dos alunos. Não se surpreenda com as respostas, mesmo se seu menino ou menina estiver entre eles.

Pequenos tiranetes e ditadores, que não hesitam em fazer dos seus pais meros joguetes nas suas mãos, que fazem chantagem quando contrariados, que xingam e humilham seus pais, quando não os agridem. Diante deste quadro é esperar cada dia pelo pior.

É só ver o quanto de crianças, jovens e adolescentes que estão dentro das nossas casas, nos nossos vizinhos ou dentro das nossas igrejas estão à mercê das suas inexperiências e fazendo prevalecer os seus caprichos, sendo alimentados do que de pior há na atualidade, em termos culturais, vão padecendo sob os auspícios de uma psicologia humanista, da indiferença e do desleixo.

Diante disto só nos resta esperar pelo pior.

Conflitos familiares – convivendo com decepções

In Comportamento on June 7, 2007 at 3:13 am

Invariavelmente um conflito familiar passa por duas etapas ou razões primordiais e importantes: ciúmes e dinheiro. Um ou outro. Quando não os dois juntos. Conflito familiar não escolhe classe social, e ninguém está imune a ele. Certamente você tem uma história na sua família. Por vezes pai ou mãe são os fatores que fazem as aparências ser mantidas. Mas quando estes se vão…

Em muitos lares, aniversários, datas especiais e festividades de fim de ano, são comemoradas parcialmente porque irmãos não podem se encontrar no mesmo recinto. Você já presenciou alguma cena destas? Numa determinada família a cada final de ano os pais ceavam cinco vezes seguidas. Cada uma com um filho diferente. O irmão mais velho reclama do segundo, as duas irmãs reclamam uma da outra e o caçula reclama de todos.

Um filho intermediário de uma família numerosa desde pequeno mostrava intolerância para com seus irmãos. Tudo dele era melhor, mesmo que fosse inferior. Seus amigos eram melhores do que os amigos dos seus irmãos. Ciumento com suas coisas, tudo era guardado debaixo de segredos e segredos. Seus olhos por vezes ficavam vermelhos. O que era intolerância pueril, virou arrogância adulta. Sua situação financeira era péssima, pois negócios mal feitos o levaram a quase passar por necessidades. Para ele a culpa de ele estar naquela situação eram dos seus ex-amigos e ex-sócios, que segundo ele o haviam roubado e enganado. O conflito com seus irmãos ainda continuava, pois, beligerante não perdoava nada. Um carro novo, uma viajem, um relógio comprado eram motivos mais do que suficientes para a critica exasperada e continua. Na mesma hora que sorria, hostilizava, numa atitude de passionalismo exacerbada. Mesmo com toda esta carga emocional e de problemas um dos irmãos resolveu que devia ajudá-lo. Depois de muitos anos afastados somente se cumprimentando, mas não sendo inimigos, foi lhe dada a oportunidade de fazer alguns negócios, sobre a tutela do irmão.

O irmão deu carro, dinheiro, roupas, apresentou amigos e clientes, dando a chance de se restabelecer financeiramente. Durante uns poucos meses as coisas pareciam ir bem, mas novamente o ciúme e a inveja falaram mais altos e ele fez o que fizera a vida inteira: indispôs-se com seu irmão. Só que desta vez foi longe demais. O sucesso alheio o maltratava e logo ele revelou o seu verdadeiro eu.

Esta história faz lembrar do episódio da serpente venenosa com a espinha quebrada. Não adianta tratar dela. Tem de deixá-la à própria sorte, se você for cuidar dos ferimentos e ela se curar, cedo ou tarde ela vai te morder. É da índole e do caráter dela. Não há outro jeito.

Você, leitor pode dizer que a misericórdia divina deve superar cada obstáculo destes. É verdade. Mas vá dizer isto a gente que tem o caráter corrompido? Primeiro que o errado nunca vai reconhecer que está errado. Depois porque a arrogância e a empáfia dele jamais vai permitir que ele se humilhe diante dos seus irmãos. Daí o conflito tende sempre a se acentuar cada vez mais. Se tiver dinheiro envolvido na história então…

Qual então é o papel dos pais neste processo todo? O diálogo deve ser exercido de todas as formas e meios. Muitos são incapazes de detectar os conflitos e os sanearem. Não estamos abordando os relacionamentos de pais com filhos, de marido e mulher, ou dos demais graus de parentesco, somente os entre irmãos.

Invariavelmente o conflito familiar entre irmãos tem as suas origens na infância. O pai gosta mais de um do que de outro. A mãe aprecia mais o outro do que o um, e por ai vai. Há filhos que não sentem, mas via de regra ressentem-se pela vida afora.

Em qualquer família tem sempre aquele que se destaca em tudo o que faz, tem aquele que trata os pais com carinho e atenção, tem aquele que por motivos diversos se retrai, tem o expansivo e o tímido, o que explode por tudo e o que tudo tolera. Tem o sorridente e o que chora por nada. Há pais que tratam os diferentes como iguais e os iguais como diferentes. Há também a questão dos anos que se passam, nem sempre o amoroso da infância é o atencioso na idade adulta, o certo é que por vezes os conflitos familiares nascem nas disputas domésticas por um carrinho, um carinho, uma boneca, um pedaço diferente do bolo da mamãe, e atravessa armazenando raízes de amargura e ódio, para descambar em irreversíveis conflitos que jamais serão resolvidos.

Há aqueles casos de que um dos irmãos fez com que a estabilidade financeira da família vá para o buraco, por imprevidência, por causa de negócios mal feitos ou mesmo por imprudência.

Os conflitos familiares são extremamente dolorosos e deixam as suas marcas indeléveis. O grande e crucial problema é que pais não sabem como resolvê-los. Por vezes as tragédias ou dores reaproximam os contendores, mas jamais as relações serão as mesmas, ficará no ar a mágoa e a dor. Permanecerá a desconfiança de que quem aprontou uma vez, fará de novo.

Casamentos em crise

In Comportamento on May 30, 2007 at 3:25 am

O escritor e jornalista Mário Prata, conta no seu livro Meus homens, minhas mulheres, a história de um casal que se divorcia por causa de um singelo rolo de papel higiênico. O marido queria que o papel desenrolasse por baixo, e a mulher por cima. Foram anos mudando o sentido do rolo de papel higiênico. Ele colocava de um jeito e ela de outro. Até que o casamento acabou.

São às vezes pequenas diferenças que fazem com que relacionamentos que deveriam durar uma vida toda se esfacelem em pouco tempo. A estas diferenças se juntam a incompatibilidade de gênios, infidelidade, imaturidade e despreparo, violência, individualismo, ciúmes, opções erradas, falta de diálogo, e até falta de amor.

Muitos casamentos acabam por absoluta falta de amor, pois, muitas vezes se casa por motivos interesseiros e pensa-se estar apaixonado, paixão que acaba quando surgem os primeiros problemas.

No entanto, a grande maioria dos casamentos começa a fracassar num único e importante item – a falta de amizade entre marido e mulher. Muitos ao se casarem o fazem com estranhos, com quem não tem a menor intimidade ou afinidade, e juntos vão tentar partilhar sonhos e ideais. Muitas vezes à vontade de acertar é insuficiente e logo o único caminho é o da separação. Por que a amizade é primordial em qualquer relacionamento? Às vezes não toleramos nada de ninguém, mas de um amigo toleramos e somos tolerados, o que não acontece num casamento. Uma toalha ou sapato deixados fora do lugar pelo marido é motivo de explosão de ira, ou um atraso da mulher no supermercado é o suficiente para desencadear as piores reações.

Descobre-se tardiamente que não há nenhuma comunhão de pensamentos e idéias com quem se casa, e muitas vezes o casamento só acontece por causa da atração sexual que com o tempo acaba e cai-se na perigosa rotina da mesmice.

Logo, o que deveria ser uma convivência pacifica, vai emperrando com o passar do tempo, tornando a convivência difícil e complicada. A estes fatores juntam-se a violência doméstica, o desprezo, a irascibilidade social, a introversão e igualmente a interferência de familiares, como os sogros e cunhados na relação, onde a simples colocação de um rolo de papel higiênico é motivo para desavenças e desunião.

A vida afetiva se desgasta e as discussões e brigas se tornam constantes e a vida torna-se insuportável. O casal já não se fala mais a não ser o necessário e não há respeito, cumplicidade, amizade, e é preciso fazer uma análise e ver o que ainda têm em comum, além de morar sob o mesmo teto.

Muitas vezes ambos concluem que nada mais de sadio os une e que não é mais possível melhorar a vida em comum, pois passam o tempo todo brigando ou sonhando com o afastamento, a separação, passa a ser uma opção.

Neste ponto muitas vezes marido e mulher tentam o diálogo que faltou ao longo do relacionamento, buscando muitas vezes algum vislumbre de esperança, contudo, o que acontece é a evidência de que um abismo separa um e outro, e para muitos é a certeza de que a separação é inevitável. No Brasil, um em cada quatro casamentos é desfeito. Nos Estados Unidos este número é maior, onde para cada dois casamentos, há um divórcio, e após o divórcio os cônjuges tornam-se inimigos mortais, ou deixam de ser ver.

Separar-se de forma saudável, sem que um culpe o outro, manipulações ou preconceitos, não é fácil. A separação é sempre uma experiência desgastante em todos os aspectos.

Com o desgaste natural de um casamento, o desejo de separar-se quase nunca acontece de repente. Para muitos vai ficando claro com o passar dos anos, quando se percebe que não é mais importante para a vida do outro cônjuge.

Neste ponto já não há o desejo de estar juntos, já não mais sonhos em comum e muito menos à vontade de satisfazer os anseios mútuos. Às vezes pode até ser que uma das partes finja ou não perceba, que a outra parte vai dando sinais de desgaste, pois ninguém deixa de amar de uma hora para outra a decisão da separação pode parecer súbito, porém o desejo já estava latente há muito tempo. O que um consegue ver no outro é só defeitos e mais defeitos.

Muitos homens e mulheres vão se surpreender que a atitude de separação não lhes provoca sofrimento ou constrangimento algum, ao contrário, a sensação de alívio é maior do que se pensa. E em contrapartida, há aqueles que não aceitam a separação de modo algum e sofrem como nunca. Outros se sentem culpados e rejeitados, fazendo com que a perda torne-se dolorosa, pois além de perder fisicamente o outro, perdem muitas vezes o referencial, e pode parecer e é paradoxo, ter como referência alguém com quem não se vive harmoniosamente.

Para muitos, o casamento é uma prisão da qual eles querem se livrar o mais rápido possível, e para quem um simples problema que poderia ser resolvido no início com uma conversa, torna-se um pesadelo ao longo dos anos.

Invariavelmente uma má relação traz reflexos negativos sobre os filhos. Homens beberrões, espancadores e irresponsáveis tratam suas mulheres e filhos com violência, e via de regra as marcas psicológicas permanecerão vida afora. Por outro lado, mulheres instáveis trazem sobre suas famílias as mesmas marcas nocivas.

Só quem vive um drama pode dizer a respeito dele, mas, quem sofre invariavelmente com a separação dos pais são os filhos. A sociedade de uns tempos para cá tem sido intolerante e o reflexo é que cada vez mais casais se separam sem ao menos tentar viver uma vida de harmonia e paz.

A separação deixa um estigma na vida dos filhos, com a desestruturação da família os filhos ficam relegados a um plano inferior geralmente quando um dos seus pais constitui um novo casamento, tendem a ter problemas com os novos companheiros dos seus pais. Sem contar outros inúmeros problemas de readaptação à nova realidade.

A sociedade e o mundo vivem em crise, que invariavelmente começam dentro dos lares. Nunca seremos isentos de enfrentar problemas, saber conduzi-los com sabedoria e sensibilidade é que nos tornará melhores pessoas e melhores cidadãos. Separação nunca foi solução para conflitos conjugais. Casais que se separam sem pelo menos ter tentado resolver as suas diferenças e com isto trazem problemas para os seus filhos, pensam de modo egoísta e inconseqüente.

O refazer a vida é sempre difícil e espinhoso, principalmente quando os cônjuges têm filhos de relacionamentos anteriores, e muitos têm as suas expectativas frustradas na nova tentativa, vivenciando os mesmo problemas anteriores.

O diálogo sempre foi e sempre será a melhor saída para crises inclusive conjugais.