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TV Globo e o imigrante. Nada a ver

In Opinião on February 7, 2008 at 9:45 pm

Jehozadak Pereira

O Jornal Nacional veiculou na segunda-feira, 28 uma matéria sobre brasileiros que estão abandonando tudo e voltando para a casa. Até aí não há novidade nenhuma, pois todos os dias tem-se notícia de que milhares de brasileiros estão voltando para o Brasil levando na bagagem um pouco do que amealharam no período em que viveram na América, além dos sonhos e frustrações por não terem conseguido alcançar aquilo que desejavam plenamente.

Só que gente voltando para casa nunca foi novidade para a comunidade brasileira nos Estados Unidos. Então qual é a diferença desta vez? É que nunca os meios de comunicação deram tanto ênfase e cobertura para o assunto. Ou talvez, nunca tantos tenham voltado ao mesmo tempo.

Mas há sim, os exageros de sempre. E a matéria é pródiga em exageros, pois ao se editar os textos, carregou-se nas tintas pessimistas, teimando em dizer que todos estão indo embora. Todos não. Alguns é possível que sim. Há também um fator que não é levado em consideração, de que somos aproximadamente 1,2 milhão de pessoas. Quantos estão indo embora? 10 mil? 20 mil?

Que impacto isto tem na vida de quem fica? E a migração interna de brasileiros? Há alguns anos, milhares de trabalhadores foram para o sudoeste da Florida, na região de Fort Myers, Naples, Tampa e outras cidades. Segundo diziam, havia muito trabalho na área da construção civil e embora os salários fossem menores, o custo de vida também era menor, o que possibilitava uma vida sem maiores problemas, sem contar que nesta região há sol quase que o ano inteiro. Há as migrações para a Georgia, para a California e outros estados em menor escala.

Muitos disseram que jamais voltariam para as regiões frias e saturadas de brasileiros no norte. Passados alguns anos, não só voltaram, como tentam refazer as suas vidas, pois já não há mais trabalho na construção civil, que diga-se, chegou primeiro por lá. Um dos grandes problemas causados pela chegada de muita gente nesta região por exemplo, foi a queda dos salários, pois a mão de obra era farta e com isto os salários caíram.

È certo que alguns quando vieram para cá, o fizeram na incerteza do que de fato encontrariam em terras americanas, pois por mais que se diga que a vida aqui é dura e as vezes complicada, não se consegue transmitir o quanto para quem deseja vir. Há também a desilusão dos que já estão aqui há algum tempo que ao verem o tempo passar sem conseguir muitas coisas decidem pela volta.

Há uma teoria de que esta se voltando para o Brasil, porque o dólar se desvalorizou em relação ao real, e a pergunta que se faz é até quando a política monetária brasileira conseguirá manter as coisas neste patamar? Já vimos este filme antes e o final dele não é dos mais felizes não.

A falta de documentos é um agravante, mas não é o único, pois sempre se viveu na América desde sempre sem documentos e basta conversar um pouco com os mais antigos para se ter a noção exata das dificuldades enfrentadas por eles.

A realidade é que grande parte dos imigrantes brasileiros nunca foram lá muito fiéis a nada por aqui. Basta conversar com alguns líderes religiosos para se ter a noção exata disto. Hoje a pessoa congrega aqui numa igreja e amanhã estará em outra, e depois de amanhã noutra. Com o comércio é a mesma coisa. Não há garantia nenhuma de que o cliente de hoje será o mesmo de amanhã.

A crise por aqui vai passar, como já passaram todas as anteriores, e o negócio è esperar por dias melhores que virão sem dúvida alguma. Mais uma vez a TV Globo presta um desserviço à comunidade brasileira ao veicular meias verdades, carregando nas tintas do exagero mais uma vez. Certamente a crise vai passar, como a Globo também…

Malafaia, o ingênuo

In Opinião on November 15, 2007 at 7:28 am

Jehozadak Pereira

Santa ingenuidade Batman! O Malafaia foi enganado pelo Macedo!

Recebi um e-mail com a indicação de um vídeo onde o Silas Malafaia todo nervosinho ataca desta vez a IURD, sem contudo citar o nome da igreja do Edir Macedo. Com a falsa indignação que lhe é característica ele faz “um alerta” ao “povo de Deus”, sobre as reais intenções do dono do canal de TV e da igreja.

A quem ele quer enganar desta vez? Ou será que teve algum interesse específico contrariado para deitar falação nos seus antigos aliados? É melhor contar outra reverendo? Ou será homem de negócios? Ou cabo eleitoral? Está se sentindo enganado? Que peninha. Peninha mesmo.

Desde sempre se soube quem era Edir Macedo e onde ele pretendia chegar e as escadas que usou ao longo dos anos. A mim e a outros milhares nunca enganou, e o que está sendo revelado agora é nada mais do que a constatação de que as práticas dele – Macedo – sempre foram estas ai mesmo. Só os ingênuos é que não viram nada…

Mas é uma pena que só agora o reverendo Malafaia tenha se dado conta de que foi enganado e esperneia tal qual um garotinho – sem trocadilho algum – quando lhe tiram o pirulito preferido, pois quando emprestou a sua voz e o seu prestígio (?) anos atrás, certamente o fez desinteressadamente e na mais limpa das intenções na defesa do evangelho, já que a Globo atacava sem piedade.

A grande realidade é que o bispo é mais esperto e astuto do que o reverendo Malafaia pensava, e se naquela época ele tinha planos de jantar o Macedo, foi tomado no café da manhã, e descartado sem a menor cerimônia, e agora volta-se “em amor” contra o seu camarada de ontem. Não será surpresa alguma se dentro de algum tempo ele colocar a venda algum DVD desancando a IURD e as suas prátícas, tudo sem o menor interesse monetário é claro.

A grande realidade que o reverendo Malafaia não viu, ou não quis ver, é que Edir Macedo sempre foi um empresário que explora – no bom sentido é claro, a fé alheia, e que ficou rico graças a sua capacidade de criar coisas que os outros nunca pensaram. As intenções dele sempre foram bem claras para quem quizesse ver, o que parece que não foi o caso do reverendo Silas.

Profeta, reverendo Silas, é aquele que vem e fala antes da coisa acontecer, pois aos verdadeiros profetas Deus mostra antes. Falar depois é mera falácia. Mas esperar o que de quem se derrama em auto-elogios? Aliás, tem um ditado que diz que elogio em boca própria é vitupério. Entendeu?

Silas Malafaia & Jabes Alencar – os falastrões

In Opinião on October 27, 2007 at 2:34 pm

Jehozadak Pereira

Artigo escrito em junho de 2003

Passados já alguns meses da eleição presidencial, parece que há em curso um terceiro turno, desta vez protagonizado pelos pastores Silas Malafaia e Jabes de Alencar. A revista Eclésia do mês de abril/2003 traz a reportagem A Hora da Tribulação, com declarações dos dois pastores. Malafaia reclama que Garotinho não foi defendido e muito menos apoiado pela comunidade evangélica brasileira no escândalo que envolve fiscais corruptos. Antes de continuarmos, forçosamente tenho de fazer um questionamento: qual é a obrigação da igreja brasileira em mostrar solidariedade num processo de roubalheira, onde não fica clara a participação de Garotinho?

Recentemente circulou pela internet e-mail assinado por Anthony Garotinho, com uma carta pessoal, dizendo-se vítima de calúnias e difamações. Para variar, levou a questão no plano espiritual, coincidentemente o mesmo tom empregado pelos pastores Alencar e Malafaia.

Malafaia prefere atacar a imprensa que no conceito dele “A imprensa odeia os evangélicos e está criando toda esta confusão”, não contente, continua impoluto a criticar a imprensa – “tudo não passa de campanha difamatória”. De quem pastor Malafaia? Qual é o setor da imprensa que “odeia” os evangélicos? Rede Globo? Conta outra que esta já não cola mais.

Foi a imprensa que nomeou Rodrigo Silveirinha para algum posto no governo Garotinho e depois do governo de Rosinha? Veja que não estamos aqui discutindo a corrupção, e sim a reportagem da revista Eclésia. Será que o reverendo Malafaia poria a mão no fogo pelo Garotinho? Pode garantir que ele não sabia dos rolos dos fiscais? Será que sabe que o Silverinha era gente da “copa e cozinha” do governador? Qual foi o pecado da imprensa neste episódio, a não ser revelar fatos e circunstâncias? De onde Malafaia tirou que a imprensa nos persegue?

O comportamento do pastor na campanha presidencial é digna de algumas observações. Vamos a elas. Afirmou que “Os evangélicos não têm unanimidade de marchar nem com Lula nem com Serra. Nossa unanimidade chama-se Garotinho. Quem falar que os evangélicos estão com Lula ou Serra não tem o respaldo dos ministros evangélicos do País”. Depois se saiu com esta pérola: “Como é que querem colocar para governar o Brasil um camarada que nunca dirigiu uma birosca, uma quitanda?” Referindo-se a Luiz Inácio Lula da Silva. Contudo, logo depois do primeiro turno, Silas bandeou-se para o lado do “camarada que nunca dirigiu uma birosca, uma quitanda”, e foi um dos signatários do Manifesto dos Evangélicos, com os seguintes dizeres: “Apoiamos Lula para Presidente porque reconhecemos que várias propostas do seu Programa de Governo se identificam com a vocação profética da Igreja de Jesus Cristo. A defesa da inclusão social, dos oprimidos, da ética nas relações, da distribuição de renda e da proclamação e busca da justiça e da fraternidade entre as pessoas.

Este momento representa para nós a possibilidade de resgatarmos a denúncia contra o pecado social em que está mergulhado o nosso país. Infelizmente, muitos que chegaram ao poder deixaram escapar a oportunidade da proclamação do sofrimento do povo. E, o que é pior, fizeram mal uso do espaço político que lhes foi outorgado pelo voto, inclusive de irmãos evangélicos.

Uma outra razão para apoiarmos Lula é a experiência que comunidades evangélicas têm tido com administrações do seu partido, que têm sido verdadeiras parceiras na construção do nosso País. Essas experiências têm dado provas de que tais relações podem ajudar na viabilização dos nossos ideais, sempre na perspectiva do Estado laico e da autonomia das comunidades religiosas.

Por último, expressamos publicamente nosso apoio à candidatura de Lula para contrapor os maldosos e inconseqüentes boatos que têm levado alguns a entenderem que sua chegada à Presidência da República irá obstruir a caminhada das Igrejas Evangélicas.

Como cidadãos brasileiros temos a garantia constitucional da liberdade da expressão religiosa, do livre direito de culto e da pregação do Evangelho de Jesus Cristo em nossos templos, casas e espaços públicos. Essa garantia é plenamente respeitada nas cidades e estados administrados por prefeitos, prefeitas, governadores e governadoras dos Partidos que apóiam Lula. E ele tem primado por defender a liberdade e as garantias individuais e coletivas conquistadas ao longo da nossa história, sempre combatendo a discriminação e a exclusão social.

Rogamos a Deus que abençoe Lula, seu vice, José Alencar, e que dê a ambos graça, coragem e sabedoria para dirigirem o nosso Brasil. Amém“, (sic).

Sem contar que um sorridente Silas Malafaia aparecia ao lado do então candidato e “camarada que nunca dirigiu uma birosca, uma quitanda”, foto que foi publicada no site da campanha de Lula.

Que mal há em Silas mudar de idéia de um dia para o outro e apoiar quem quisesse para a presidência da República? Nenhum mal, mas cadê o caráter cristão de que tanto fala Silas? O que é para Silas uma pessoa integra? É uma pessoa que fala a verdade. É uma pessoa que não é dúbia, é uma pessoa que tem palavra. Quem disse isto? O próprio Silas – www.sempreaovivo.com.br – vídeo 3, NOTA: O vídeo foi retirado do ar dias depois da publicação deste artigo. Se Silas estava fechado com Garotinho, qual foi o motivo do apoio a Lula? O discurso é bonito, mas a prática… E a atitude ambígua…?

Quem acredita em Silas, agora que ele vem dizendo que a imprensa não gosta dos evangélicos? Imprensa, reverendo é a voz do povo, é o fiscal dos atos e atitudes dos governantes. Falo da imprensa livre, profissional, desimpedida, daquela que elogia e critica quando necessário, cobrando atitude honesta e transparente de quem governa. Esquece-se, Malafaia, que foi a imprensa que denunciou Fernando Collor e sua quadrilha, que expôs o caso de violação do painel de votação no Senado Federal que culminou com a renúncia de dois senadores, entre eles o temido Antonio Carlos Magalhães, de novo as voltas com grampos telefônicos e de novo na eminência de ter de renunciar ao seu mandato.

Ou quem não se lembra do dinheiro apreendido no escritório de Jorge Murad, marido de Roseana Sarney? Dias atrás a justiça mandou devolver o dinheiro e deu o caso por encerrado. Tudo devidamente noticiado pela imprensa.

Se Garotinho não tem nada a ver com a roubalheira perpetrada em seu estado, porque não espera pela justiça? Qual é o medo dele? Por qual razão Malafaia arrosta arrogância e destempero neste caso? Apoio e solidariedade se dão, não se pede.

A imprensa não inventou que Silveirinha tem em contas no exterior milhões de dólares, que foram extorquidos de empresas e empresários no Rio de Janeiro. Tampouco li ou vi na imprensa que Garotinho tem algo ou estava em conluio com Silveirinha. A imprensa expôs sim a relação dos dois, muito mais próxima e íntima do que queria fazer supor Garotinho. Qual é o mal disto?

É este o trabalho da imprensa, mesmo porque foi a caneta de Garotinho primeiro e depois de Rosinha que assinou as nomeações de Silveirinha. O que a imprensa fez foi desmentir Garotinho, pilhado na negativa de que conhecia superficialmente o ex-funcionário. Já pensaram se Garotinho tivesse ganhado a eleição, que Silveirinha seria ministro…

Garotinho, como chefe do executivo carioca tinha a obrigação e o dever de saber do roubo que seus comandados e subordinados praticavam a grande, se não tomou atitudes mostrou fraqueza e despreparo. Se não sabia de nada do que se passava debaixo do seu nariz, foi omisso e de novo mostra despreparo para ocupar o cargo maior da nação.

Ai, tanto um – Malafaia, como outro – Alencar, cometem o erro de acharem que Garotinho é perseguido, caluniado e difamado, primeiro porque é evangélico e depois por causa da sua liderança no Rio de Janeiro. Ao darem o tom messiânico tanto no e-mail, quanto na matéria da revista Eclésia, jogam-nos contra todos.

Queria que o reverendo Malafaia apontasse qual é o grande veículo ou órgão da imprensa que persegue os evangélicos no Brasil. E para refrescar a memória do nosso especialista em monólogos – fala muito e quem fala muito fala bobagem – a revista Veja trouxe na edição número 1 758 de 3 de julho de 2002 – A NAÇÃO EVANGÉLICA. Ampla reportagem que mostra o crescimento e o avanço do Evangelho no Brasil. A matéria é honesta e reflete a realidade. Quem persegue dá matéria de capa? Note que a mesma Veja trouxe na sua edição número 1 748 de 24 de abril de 2002 – O CALVÁRIO DA IGREJA, sobre as agruras da igreja católica americana e seus padres pedófilos.

Não me lembro de ter visto nenhum católico reclamar de perseguição.

Já o Garotinho…
E o Malafaia…

Pode ser que não temos o espaço que merecemos, ou que as nossas realizações sociais não tenham a repercussão que deveria ter. Mas a culpa é exclusivamente nossa que não lutamos para ter os nossos próprios meios de comunicação. O reverendo Malafaia pode alegar que a revista Época nos persegue porque nas suas edições de 20 e 27.05.2002, contou as agruras e os calotes financeiros do casal Hernandes, controladores da Renascer em Cristo. Os documentos apresentados nas duas edições da revista circularam por diversas redações e eu pessoalmente tive acesso a eles um ano antes da revista Época. Aquilo era e é caso de polícia e não serve de parâmetros.

Já temos problemas de sobra, e não precisamos de outros arrumados por cabeças quentes como Malafaia e Alencar. Que eles queiram apoiar Garotinho, que o façam – é direito deles – que usem das suas tribunas e façam o que bem entender, mas que nos deixem em paz.

Quanto a Garotinho, quem quer ser presidente da república tem de tirar os esqueletos do armário, e ao que parece Silverinha et caterva, são uns vastos ossuários…

Macedo e a Globo. Tudo a ver…

In Opinião on October 1, 2007 at 4:45 am

Recebi e-mail de um amigo me perguntando onde o Edir Macedo quer chegar com a inauguração do Record News. Uma coisa me chamou a atenção. Foi o fato de Edir Macedo ser chamado de empresário o tempo todo. Pois é isto mesmo que ele é – um empresário, que explora e manipula a fé alheia como ninguém, entre outros lucrativos negócios.

Todos acham que a Record de Macedo vai um dia desbancar a Globo. Só que a Globo é um império, e como todo império se tiver que cair vai ser pelos seus próprios erros. É enganoso pensar que a Record ou qualquer outra vai ser melhor – ou pior do que a Globo é. A tendência é a de que as coisas fiquem piores do que já estão. Também é enganoso achar que a Record representa os evangélicos. Não representa não, apesar do desejo da comunidade cristã-evangélica brasileira. A IURD – o tal negócio milionário que Macedo administra tão bem, não representa a igreja no Brasil, e nunca vai representar.

Voltando ao discurso do empresário Macedo, no dia da inauguração do Record News, ele detonou a Globo, dizem por causa da cobertura que a emissora fez quando ele foi preso anos atrás. O que ele queria da concorrente? Que o elogiasse? Só porque ele quer.

PS não sou defensor nem adepto da Globo, que não é pior, nem melhor do que as suas congêneres tanto no mundo quanto no Brasil. Inclusive a Record, do empresário Edir Macedo…

Lucas Mendes

In Uncategorized on December 6, 2006 at 10:24 pm


Muito simpátíco o Lucas Mendes. Ontem fui na inauguração do novo estúdio da Globo em New York, e logo na entrada conheci o Lucas Mendes, um dos mais geniais jornalistas brasileiros. Atencioso tirou esta foto comigo.

A Grande Família

In Crônicas on October 10, 2006 at 5:33 am


Divertida e inteligente é A Grande Família, o seriado que a Globo exibe às segundas-feiras, aqui nos EUA – no Brasil passa às quintas-feiras. Bem escrito, e com um elenco de primeiríssima qualidade – Marieta Severo, Marco Nanini e Pedro Cardoso, e bons coadjuvantes, são risadas garantidas a cada semana. Não tem as piadas sem graça do Casseta – argh#!*@, e nem o humor corrosivo da Diarista, e conta as sagas de uma família que ao mesmo tempo em que se ama, só falta se digladiar por qualquer coisa. Um oásis na TV brasileira.