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Falso brilhante

In Cotidiano on December 18, 2009 at 3:35 pm

Jehozadak Pereira

Há quem prefira os “legítimos” Rolex comprados no Chinatown em New York. Por módicos US$ 200 pode-se comprar um modelo que custa a bagatela de US$ 5 mil. Para quem não conhece, as chamadas cópias alternativas passam por verdadeiras, mas que por mais que se pareçam com os originais não passam de cópias baratas e ordinárias. Quem compra quer mostrar um estatus que não possui, além de ostentar o que não é. Além de fomentar a pirataria que é crime em todos os aspectos, a começar da moral.

Arco-íris lucrativo

In Comportamento on December 3, 2009 at 6:17 am

Jehozadak Pereira

Na década de 60 eles fizeram a revolução sexual, na de 70, assumiram sua homossexualidade. Nos anos 80 enfrentaram a AIDS e, nos 90, firmaram pé no mercado de trabalho. Estima-se que existam hoje entre 1 e 3 milhões de gays e lésbicas com mais de 65 anos nos EUA – número que deverá triplicar até 2030. O mundo do homossexualismo movimenta muito dinheiro. Só nos Estados Unidos movimentam US$ 2 bilhões em viagens por ano, a renda per capita é de U$ 55,4 mil contra U$ 36,5 dos heterossexuais. Empresas como American Express, Subaru Motors, GM, Cervejaria Miller, entre outras investem ou investiram pesado na chamada mídia gay, em busca de um mercado que gasta cerca de US$ 350 bilhões por ano.

A última amostragem apontava em 1998 gastos na ordem de US$ 120 bilhões. Estima-se que cerca de 6% da população americana é composta de gays e lésbicas. Uma pesquisa recente americana mostra entre 1 e 2%. Uma outra pesquisa aponta 2% de homossexualidade entre 4 mil adolescentes pesquisados. A estimativa aumenta porque, em geral, estão arrolados entre os homossexuais muitos homens e mulheres que tiveram apenas algumas experiências circunstanciais.

Logo, o capitalismo busca alcançar mercado GLS. Há de tudo voltado para a diversidade sexual. De cruzeiros navais, a vôos turísticos para variados lugares no mundo. Resorts, hotéis, restaurantes, agências que investem pesado na intermediação de busca do parceiro ou parceira ideal. Muitos hotéis treinam seus funcionários para atendimento exclusivo

Nas cidades americanas é comum ver nos carros o arco-íris – símbolo do homossexualismo, ou diversidade, estampado com orgulho, estabelecimentos comerciais hasteiam nas suas portas bandeiras multicoloridas, mostrando que ali é um lugar onde se reúnem homossexuais. Nos Estados Unidos, os estabelecimentos destinados ao público GLS dobrou principalmente em cidades como Miami, San Francisco – considerada a capital GLS e New York.

Passeatas acontecem anualmente no mundo todo reunindo homossexuais, a Disneylândia reserva uma data anual para uma parada chamada Day Gay. Mesmo enfrentando protestos dos religiosos e dos setores conservadores da sociedade a Disney viu na modalidade uma oportunidade de fazer dinheiro, e a cada ano mais clientes homossexuais frequentam os parques da Disney.

Como a maioria dos casais gays não tem filhos e são potenciais consumidores de alto poder aquisitivo as empresas ficam de olho e a cada temporada criam novas estratégias para tê-los como clientes. Investindo fortunas em pesquisas diversos setores descobriram que uma característica do público GLS em geral é sua capacidade de experimentar e implantar produtos que depois são adotados pelos heterossexuais.

Longe de ter motivos para discrimar o público GLS, 95% das 500 maiores companhias americanas adotaram uma política anti-discriminação no seu código de ética, ao passo que 70% destas mesmas empresas oferecem benefícios ao companheiro do funcionário gay. Isto movimenta o mercado de seguros, por exemplo.

Em 2004, o The New York Times, publicou a matéria Cidade Gay, onde conta a história do renascimento da pequena cidade de Wilton Manors. De cidade falida, passou a ser uma próspera cidade depois que a turma GLS descobriu o lugar. O mercado imobiliário foi o primeiro beneficiado. Casas que antes da invasão GLS eram vendidas a muito custo por preços que variavam entre US$ 80 mil a US$ 90 mil, passaram a custar entre US$ 300 mil a US$ 400 mil. Na cidade de 17 mil habitantes, cerca de 40% é composta de homossexuais, e em 2000 elegeu o primeiro prefeito gay.

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As contradições morais da América

In Opinião on March 12, 2008 at 9:58 pm

Jehozadak Pereira

PS Escrevi este artigo há alguns meses, e decidi publicá-lo, depois da renúncia de Eliot Spitzer – governador de New York, cuja vida pública foi toda feita em cima da moralidade, e foi desmascarado depois de uma investigação federal que o envolvia com prostituição de luxo. Um comentário? Ô p#*@ que custou caro…

Definitivamente a América é uma nação repleta de contradições e fatos que surpreendem a cada dia. As programações de televisão são repletas de programas de todos os tipos.

Desde o consagrado e esperado American Idol, seriados variados e reality shows de todos os tipos, desde o sempre mau-humorado Paul Teutul Senior com suas tiradas corrosivas e suas motocicletas maravilhosas, até os que retratam decadentes de Hollywood e do show business, incluindo ai os exibicionistas que manipulam animais selvagens, com preferência para serpentes venenosas e de riscos diversos.

Sem contar a eterna predileção pelos fuxico e a fofoca que cerca a vida das celebridades, hoje muito mais exposta por causa dos papparazis que não dão trégua e sossego. Tudo vira notícia de um momento para outro.

Tem também os de furiosas perseguições perseguições policiais que termina invariavelmente com o motorista preso por oficiais raivosos, ou então fazem o maior escarcéu quando apanham algum bêbado mais afoito. Sem contar os policiais que ficam escondidos a espreita de algum motorista que resolve andar mais rápido que o permitido e se dá mal. Nas ruas da América todos os dias milhares de motoristas são parados, multados e presos por infrações menores no trânsito, que transformam a indústria das multas e penalidades num negócio bilionário a cargo do estado, que educa, mas reprime e penaliza sem a menor consideração.

Mesmo com um estado repressor, os Estados Unidos são um dos lugares do mundo onde mais se praticam fraudes de todos os tipos. Roubo de identidade, fraudes contra instituições bancárias e principalmente seguradoras, operadoras de cartões de crédito, ou de falsas instituições de caridades que arrecadam milhões de dólares, mas não distribui um centavo sequer.

É certo que cada vez que um crime deste tipo é descoberto e se consegue prender os seus autores, eles passam uma boa temporada na cadeia; tempo suficiente para refletir no que fizeram.

É interessante notar que a mesma sociedade que assiste a tudo isto, e que não tolera uma infração qualquer no trânsito ou que vigia a vida dos famosos faça a fama de alguns programas de gosto duvidoso e transformem os seus protagonistas em celebridades.

Tempos atrás Don Imus, um radialista branco que trabalhava na rede CBS. Num ataque de verboragia explicíta resolveu xingar as jogadoras de basquete da Rutgers University de New Jersey. O time que é composto de jogadoras negras que foram ofendidas, pelo radialista que perdeu o emprego e os patrocínios que tinha por vausa disto.

Há algumas semanas foi a vez de Duane “Dog” Chapman, um caçador de recompensas, que é o astro de um programa televisivo. O figurino de “Dog” Chapman, da sua mulher e companhia é digna de nota. A impressão que se tem é a de que tanto Chapman quanto a sua mulher esgotaram todo o estoque de água oxigenada da farmácia mais próxima para usá-la nos cabelos. Ambos são um espetáculo a parte, por causa da soberba, da arrogância e da prepotência que empregam na caça de fugitivos das cortes americanas. Além de se vestirem de forma espalhafatosa e única.

“Dog” Chapman derrapou na gramática ao tecer comentários racistas sobre a namorada negra do seu filho Tucker, numa gravação telefônica que foi divulgada. Mesmo pedindo desculpas e dizendo que não é racista ou preconceituoso, o seu programa deixou de ser veiculado pelo canal A&E que cancelou a série toda. A exemplo do que já havia acontecido com Don Imus, patrocinadores cancelaram os seus contratos com “Dog” Chapman, principalmante para não perderem consumidores dos seus produtos, e nem para ter a sua imagem ligada a racistas e preconceituosos.

Perdulária, permissiva, contraditória e conservadora, esta é a melhor definição que se pode ter da América, que aplaude ao mesmo tempo em que condena e deixa de bancar gente do calibre de Imus e Chapman.

Cidades dos sonhos

In Uncategorized on December 6, 2006 at 10:30 pm


New York e São Paulo. Duas metrópoles gigantescas com suas mazelas e atrações. Difícil escolher uma delas. Na dúvida fico com as duas. O painel? Fica na entrada da Rede Globo em New York.

Lucas Mendes

In Uncategorized on December 6, 2006 at 10:24 pm


Muito simpátíco o Lucas Mendes. Ontem fui na inauguração do novo estúdio da Globo em New York, e logo na entrada conheci o Lucas Mendes, um dos mais geniais jornalistas brasileiros. Atencioso tirou esta foto comigo.