Jehozadak Pereira.com

Quais são as motivações do invejoso?

Posted on: June 30, 2007


Ninguém fala dela, ela não é detectada facilmente, não se pode tocá-la com as mãos. Muitos reinos caíram por conta da inveja de outros soberanos. Ao ver os reinos vizinhos maiores e frutíferos muitos reis enviaram seus soldados aos campos de batalha para abater a cidade invejada e a tomar para si.

Podemos afirmar sem medo de errar que a inveja é irmã gêmea da cobiça – desejo sôfrego, veemente, de possuir bens materiais – avidez. O invejoso tem a cobiça nos olhos. No décimo mandamento – Deuteronômio 5.21 “Não cobiçarás a mulher do teu próximo. Não desejarás a casa do teu próximo, nem o seu campo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo”.

Vejam que este texto engloba tudo que é objeto de desejo do cobiçoso ou como queiram – invejoso. Começa pela mulher – podemos ai incluir o marido também; passa pela casa, pelo campo, pelo empregado e empregada, continua no rebanho, e termina abrangendo TODAS as coisas. Notem a parte final do versículo: nem coisa alguma do teu próximo. Esta coisa alguma abrange tudo. Vocês crêem nisto? Eu creio!

A inveja se esconde e oculta no mais recôndito da personalidade e mente, mas mostra a sua cara e dentes na busca dos seus perversos objetivos.

Quantos se perderam ao longo da história da humanidade na cobiça da mulher alheia ou do marido alheio? Dos bens do outro, das coisas que seu vizinho possui? Movido exclusivamente pelo sentimento escuso da inveja. Que não lhe pertencia, mas ele – o invejoso tem por direito seu. Diferentemente dos outros mandamentos o décimo mandamento não diz respeito à conduta externa – comportamental – mas a uma qualidade do espírito.

Por isso só Deus é testemunha de quando o mandamento é violado. Na sua forma negativa proíbe-nos taxativamente de cobiçar – invejar – ilicitamente tudo aquilo que não nos pertence. Por outro lado ensina a nos contentarmos com o que temos e a não perder a fé.

As motivações escusas do invejoso e cobiçoso passam necessariamente pela personalidade. Normalmente, o invejoso tem baixa-estima. Não se sente valorizado, está sempre se comparando com o seu vizinho, seu irmão, seu amigo, seu chefe. Possui um sentimento negativo de autodestruição. Ao invés de melhorar o seu comportamento com o exemplo do outro, o invejoso tem como única motivação à aniquilação do outro.

Na visão dele tudo o que o outro tem é melhor, ele sofre da síndrome de inferioridade.

Como é um pecado oculto, o invejoso jamais vai admitir que sofre de inveja. Vai alimentar a sua falha moral ao longo da sua existência. Não é possível usar a inveja para melhorar o que quer que seja. Não há fundamento para isto. Pode ser que o invejoso tenha um ou outro êxito aqui ou ali, mas invariavelmente ele vai tropeçar e se emaranhar cada vez mais nas suas falhas morais.

Muitos dizem que a inveja é menos nobre que o amor, é menos intensa que o ódio e a raiva. Comparar a inveja com o amor é um acinte. O amor constrói, a inveja destrói. Dizer igualmente que a inveja não é tão intenso quanto o ódio e a raiva, é menosprezar a inteligência. A inveja foi a causa do caos, a inveja semeia ódio e colhe destruição. Podemos dizer que a inveja, o ódio e a raiva são sinônimos.

O invejoso se sente oprimido e dificilmente vai se livrar da inveja por suas próprias forças por mais que tente. Este sentimento é o responsável por uma das maiores causas de infelicidade no ser humano. O invejoso passa a crer na teoria de que o outro tem uma vida melhor do que a dele. Pensa ele, que a outra pessoa é feliz e ele não, que consegue tudo o que quer e deseja e ele não. A partir deste instante o sentimento de inveja vai tomando conta do coração, da mente, do intelecto, do espírito, da alma. Vai embotando tudo, e de repente dá-se de cara com o ressentimento, que toma conta da vida do invejoso, e logo ele passa a culpar os outros pela sua infelicidade.

Tal como um câncer que no seu estágio terminal vai tomando todo o corpo. Passa a se achar “vítima” do mundo e de todo mundo. Só que o invejoso não é vitima de ninguém, como quer se fazer pensar. O invejoso é vítima de si mesmo.

Todo invejoso é um ressentido com a vida, pois acha que a vida lhe deve algo, ou melhor que a vida lhe tomou alguma coisa – que ele exatamente não sabe às vezes o que é.

Enquanto que o amor nasceu no coração de Deus, e Ele através de seu filho Jesus Cristo, o dá como uma dádiva preciosa a toda humanidade, a inveja vem diretamente do coração de Lúcifer, que ressentido com a sua condição de subalterno, revoltou-se e tentou usurpar o que não lhe pertencia.

O sentimento faccioso vem sob a forma de frustração, de tristeza, de mal-estar, de acanhamento, de se sentir menos do que o outro e por não possuir e ter o que o outro tem. Ao nos compararmos com o nosso semelhante logicamente, vamos encontrar virtudes e também defeitos. Vamos ver no outro habilidades que não temos, e do mesmo modo teremos qualidades que somente são nossas. No entanto, o invejoso sempre vai se sentir diminuído na comparação.

Uma outra coisa que o invejoso faz, é esconder de si mesmo o sentimento de inveja. Ele mente ao dizer que não sente inveja. Esconde de outros e não admite ser invejoso. Faz como muitos, que ao se descobrirem doentes de algum mal grave, o ocultam e não aceitam a sua condição. O sentimento da inveja nasce do coração inconformado e do caráter deformado.

Você, dileto leitor pode – e deve – se perguntar se o inconformismo não é próprio do ser humano? Sim, o inconformismo é inato ao homem. Mas no invejoso este sentimento se transforma em ressentimento, e é exatamente ai que mora todo o perigo da situação. Em Filipenses 1.15-17 encontramos uma situação interessante: “Alguns, efetivamente, proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém, o fazem de boa vontade; estes, por amor, sabendo que estou incumbido da defesa do evangelho; aqueles, contudo, pregam a Cristo, por discórdia, insinceramente, julgando suscitar tribulação às minhas cadeias”.

Paulo estava preso e os invejosos se digladiavam pela primazia. Entre estes estavam certamente os dirigentes da comunidade cristã de Filipos, antes da chegada ali de Paulo. Não obtendo a simpatia do apóstolo aos pontos de vistas que defendiam e seguiam, logo se encheram de ciúme e inveja dele, por causa da influência que Paulo exercia.

Estes invejosos eram a maioria, no entanto Paulo ressalta os que pregam a palavra de boa vontade. Eles eram ressentidos, e o ressentimento se dá num processo sutil e tão encoberto que o invejoso não se dá conta dele. É inimaginável, veja ao seu redor se há alguém se vangloriando para parecer melhor do que os outros? Note que aquele que joga “confete” sobre si, é invariavelmente inferior moral, mental e espiritualmente. Este tipo tende a ser crítico ácido de tudo que o cerca, e o faz para primeiro – diminuir o outro, e depois para parecer melhor, em todos os aspectos citados, do que o outro.

Ele se recusa a ser o que é.

Não é possível descobrir na personalidade humana o momento exato do nascimento da inveja no coração. Mas dá para imaginar que o invejoso foi preterido em algum instante da vida por alguém que tinha uma qualidade ou objeto que ele não tinha. É certo que muitos são preteridos por desconhecerem o seu lugar e a sua real capacidade intelectual, moral e espiritual. Veja em Provérbios 25:7, há um exemplo de alguém que busca uma honra que não tem, uma qualidade que não possui. Você já notou como a vida está cheia de tipos como este? Que querem uma proeminência que lhes falta?

Irmãos que ao longo da vida são preteridos por outro irmão. Há pais e mães que gostam mais de um filho ou filha em detrimento de outro filho ou filha. Avós que têm preferência por determinados netos, tios por sobrinhos, e por aí afora. Isaque gostava de Esaú, Rebeca de Jacó. Cada qual tinha a sua preferência. Isto faz mal a todos. A protegidos e preteridos. Aos protegidos, porque se sentem “super” e aos preteridos por se sentirem desprezados.

Há quem pense que a inveja se motiva unicamente por causa de bens materiais. Não. A motivação da inveja pode ser por “N” fatores. Vejam o caso de Caim e Abel. Quem pode determinar quando houve no coração de Caim o início do antagonismo contra Abel? Ninguém pode, e nem deve. Abel nasceu depois de Caim. Qual teria sido a atitude de Adão e Eva para com o recém-nascido, que fez com que Caim se sentisse deixado de lado?

Pedagogos afirmam que uma das causas de problemas de personalidade de adultos é invariavelmente o nascimento de irmãos. Mas e se o indivíduo for filho único? É só buscar na sua história e vamos encontrar a causa. Em algum ponto ele foi deixado de lado em determinada circunstância que o marcou indelevelmente e deu-lhe a motivação para ser um invejoso pela vida afora.

A partir desta circunstância o invejoso vai se sentir o pior dos seres humanos. Vai destilar o seu amargor, rancor e ódio, em graus diferentes. Uns podem ser inofensivos, outros agressivos.

Leda, a mãe, gostava de Pedro; Lindolfo, o pai, preferia Fernando. Pedro, o caçula e Fernando o quarto entre cinco irmãos, tinha uma personalidade marcante e atraia para si a atenção de todos em qualquer ambiente. Os irmãos mais velhos foram estudar no exterior, e Pedro que, não teve a mesma chance, preferia namorar a estudar.

Anos depois Fernando foi eleito presidente da República, e Pedro o denunciou nos jornais e revistas por corrupção, o que motivou o processo de impeachment contra Fernando Collor. Muita gente tentou entender as razões e as motivações de Pedro ao denunciar o irmão. Teorias e mais teorias foram aventadas. Uma delas foi a de que o motivo da represália de Pedro contra Fernando era meramente financeiro. Pedro viu todo mundo que cercava o presidente ganhando dinheiro e queria ganhar também, o outro foi motivado pela inveja.

Ao atacar o irmão, Pedro se valeu de denúncias contra Paulo César Faria, o PC. Dizia-se incomodado com a fundação de um jornal que PC e seus irmãos iriam lançar em Alagoas. Os Collor são donos de um império que abrange meios de comunicações, e Pedro não queria concorrência alguma. Mas o verdadeiro alvo das suas acusações era o irmão, Fernando.

Mario Sergio Conti, autor do livro Notícias do Planalto – A Imprensa e Fernando Collor expressou fielmente o sentimento de Pedro Collor. Conti afirma o seguinte: “Entusiasmou-se com a sua eleição para a Presidência. A suspeita e o ciúme, porém, haviam se aninhado no coração de Pedro Collor”. Pedro sentiu-se traído pela mãe, quando esta o destituiu da direção das empresas da família. Pedro registrou no seu livro de memórias que considerava o irmão um farsante, e que jamais o tornaria a chamar de irmão. Sua existência deixou de ter um solo e um sentido. A partir daí o objetivo de Pedro foi destruir Fernando, a quem julgava culpado por ter sido demitido pela mãe, e que assediara sua mulher. O lema dessa guerra fraterna poderia ser o verso de Virgilio: “Se não posso dobrar os deuses, moverei o inferno”, Flectere si nequei superos, Acheronta movebo.

O caso dos irmãos Collor reflete bem o comportamento do invejoso. Não há como dimensionar o quanto Pedro odiava Fernando, e muito menos quando começou o ódio. O certo é que desgostoso por se achar relegado a um segundo plano a vida toda, e movido pela ambição e cego por causa dos seus sentimentos Pedro não economizou esforços e meios para atingir seus intentos.

Fernando Collor renunciou ao seu mandato em 29 de dezembro de 1992. Pedro Collor morreu em New York em 19 de dezembro de 1994.

Todo ser humano almeja o topo. Seja nos negócios, seja na profissão, seja no âmbito familiar, seja nas pequenas ou nas grandes coisas. Atendo-nos na esfera familiar, por exemplo é comum encontrarmos um outro apontado como padrão ou modelo de retidão, de capacidade mental, de bom caráter, etc. Só que estes modelos – estereotipados ou não – estão presentes no nosso cotidiano. Nós sempre seremos comparados a outros. Sempre seremos postos diante de um espelho, mesmo que este espelho seja imaginário.

Outros lugares além do ambiente familiar onde o ser humano passa muitas das suas horas de vida, são a escola e o trabalho. Todo o sistema escolar é baseado na comparação, e conseqüentemente avaliado por pesos que são notas ou conceitos. Classes mais adiantadas ou atrasadas, lugares onde muitas vezes aquele dotado de um pouco mais de inteligência ou que seja um aluno diferenciado é privilegiado em detrimento de outro.

No trabalho igualmente somos constantemente avaliados e testados. Há ilhas de excelência onde a competição é tão acirrada que aquele que se descuidar ficará para trás.

Diante disto, a força da comparação cresce a cada dia e é onipresente nas nossas vidas de modo tão entranhado que sequer nos damos conta disto. Há quem diga que “mata” um leão por dia. Logicamente isto é sentido figurado e ilustrativo.

Vejam por exemplo uma propaganda qualquer. É lhe apresentado sempre uma trama que consiste num indivíduo com qualidades como riqueza, sucesso, poder, prestígio, inteligência, dinamismo, beleza física, força e magnetismo pessoal. Ao nos compararmos com isto nos sentimos obrigatoriamente inferiores, e para nos igualarmos àquele padrão somente comprando ou adquirindo o objeto anunciado.

Assim é o invejoso, ele vai sempre se projetar no outro, e pensa que ao assumir as qualidades do invejado, vai resolver o seu problema. Só que este problema não pode ser resolvido desta forma, ou melhor, do modo que ele pensa.

A inveja é um sentimento que não pode ser modificado a não ser pela graça e a misericórdia divina. Não há outro caminho, não há outro modo.

Alguns tentam nominar ou determinar tipos de inveja. Vejamos: a inveja sublimada – aquela que se perde no tempo, e o invejoso olha para os outros e pensa que a situação dele é boa – poderíamos perguntar se ele a fez por merecer? Outro tipo é a inveja neurótica – alguém ou um grupo pode ser o alvo. A raiva, o ódio e a ira tomam conta do invejoso a ponto de ele sequer suportar olhar o invejado. Este tipo pode levar o invejoso a ter dores físicas e orgânicas. Há ainda a inveja perversa – este tipo é extremamente perigoso. Vive tramando meios e formas de melhor eliminar o seu objeto de obsessão, e pode também tomar atitudes danosas ou prejudiciais.

O invejoso além de não admitir que tem problema, não aceita ou admite críticas. Ele as tomará como insulto pessoal. Ele vai ser falso, vai desrespeitar, é egoísta, mas por vezes extremamente disciplinado. Ele é meticuloso, frio e calculista. É também intolerante e podendo por vezes ser irascível.

A motivação do invejoso é você. Tudo pode ser o desejo de inveja, tudo pode ser o motivo da inveja, não há escapatória. A mente do invejoso é contaminada e deturpada. A inveja é a contaminação do espiritual, e quando o espiritual se deteriora, compromete o mental.

A atitude do invejoso pode ser espiritual ou mental. Ou uma simbiose das duas. O certo é que a inveja começa na mente, e se espalha pelo espírito, contaminando todo o corpo e o intelecto.

Diante deste quadro você pode pensar que não há esperança para o invejoso. Há sim, desde que ele se prostre diante de Deus, admita o seu problema e deixe de lado as suas funestas vontades.

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5 Responses to "Quais são as motivações do invejoso?"

tenho uma irmã que não vem a minha casa,não aceita a minha ajuda e a pouco tempo atrás fazia de tudo para prestar concurso para a minha empresa.quando éramos adolescentes era vivia fazendo comparações e me imitando.estávamos conversando outro dia,e de repente ela calou-se e ficou hipnotizada me olhando.sei que a minha irmã me ama,e gostaria de saber como ajuda-la.
obrigada.

Prezados amigos,

Ha tempos venho passando por uma situação cuja origem é a inveja de uma vizinha. Esta pessoa por motivos diversos vem ha anos difamando, caluniando e com uma pecuriaridade impar, pois usa as pessoas do seu circulo de amizade (?) vizinhos, clientes etc. para atormentar a mim e a minha familia. Para se ter uma ideia da inveja desta pessoa, após anos para construir uma casa com um estilo moderno e confortavel, tivemos de nos mudar por duas vezes para morar em barraco de irmao para se afastar da sanha maligna desta “coisa” por causa da inveja.
Eu, particularmente ao perceber a malignidade desta coisa um pouco tarde, so apos aposentar e ficar em casa mais tempo e que fui percebendo o quanto aquilo esta prejudicando a mim e a minha familia trazendo consequencias fisicas e mentais ao ponto de passar a fazer uso de remedios controlados alem de problemas de pressao alta e de ulcera.
Tentei de todas as maneiras possiveis me afastar do problema (coisa) chegando ao ponto de ter de mudar para outra cidade com toda familia, alugando a casa.
Agora estou enfrentando novamente este problemas pois de 3 iquilinos que ja moraram na casa 2 criaram problemas financeiros e outros de niveis morais tais como fofocas, calunias etc.etc. provocadas pela coisa.
Sentimentos de angustia, depressao, raiva, impotencia começaram a se formar pois os demais vizinhos levados pela calunia e a constante difamacao da coisa passaram tambem a nos agredir de varias formas e atualmente estamos tendo problemas ate para alugar a casa pois o fato de morarmos em outra cidade nao temos como acompanhar os possiveis inquilinos e ja chegou ao nosso conhecimento que a coisa vem criando todo tipo de impecilhos para que nao consigamos alugar a casa.
Eu e a minha esposa nos aposentamos recentemente e o nosso sonho era voltar para nossa cidade para desfrutar da casa fruto de toda uma vida de trabalho e nao temos cabeca para enfrentar esta situação.
Chegamos ao ponto de nos questionar se somos nos os errados conforme a “coisa” quer ou se somos vitim de uma INVEJA TERRIVEL.
Pior e que a situação ate o momento continua na mesma, ao ponto de minha familia nao quer mais nem ir ver a casa, mesmo depois de totalmente reformada e pintada pois a “coisa” esta sempre no portao com as amigas?
Temos rezado muito mas mesmo assim a magoa é grande pois vejo minha saude se acabando e minha mulher se viciando em remedios contralados para dormir e calmantes e o pior de tudo isto que estou me sentindo impotente e me sentindo que estou começando a perder a vontade de continuar apreciando a coisas boas que a vida oferece.
A INVEJA MATA, agora esta nas maos de
Deus so ele podera nos ajudar.

Um gde abraço

Nelson

prezado amigo recentemente meu vizinho da frente comprou um carro igual o meu mesma marca e cor, ele é um invejoso sim ou não por que eu fiquei morrendo de odio será que a inveja é a minha por favor me ajude

Hoje tive a oportunidade de ler o artigo e os relatos do vizinho invejoso, espero que todos que relataram seu sofrimento estejam bem.
No meu caso, é igual ao da Gislaine a minha vizinha comprou um carro igual ao meu, mesma marca e mesma cor, o pior é que a mãe dela foi em casa e disse pra minha mãe que a filha queria um carro igual ao meu, tinha que ser igual ao meu, não queria outro, e ficou olhando meu carro e fazendo várias perguntas (ainda bem que minha mãe não deu informações) e a filha dela acabou comprando o carro…
Isso me aborreceu muito e estou até hoje, quando algúem compra carro, consegue um emprego, vende alguma coisa, ela fica perguntando querendo saber da vida da pessoa…
Acho que é inveja, meu vizinho comprou um carro igual ao meu, mas, não perguntou nada ficou na dele, o meu carro não é um modelo atual eu tenho há 5 anos e ela comprou igual, se eu pudesse trocaria o meu, mas, não vale a pena, pois, foi Deus que me deu, e a hora que ele permitir eu troco.
Não sei o que fazer, sei que não posso ficar com raiva dela, mas, fico já orei e o aborrecimento continua, não compreendo uma coisa dessas…
Peço ajuda, um conselho.
Obrigada

também estou passando por isso que a gislaine disse será que sou egoísta e muito apegada a bens materiais ? tenho buscado a evolução espiritual e me deparei com essa situação pior é que eu acho que eu estou errada por não compreendê-los(vizinhos da frente) uma vez que sei que bens materiais para DEUS não tem valor nenhum!

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