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Archive for the ‘Cotidiano’ Category

Jehozadak Pereira

A partir do mês de novembro o conteúdo deste blog não será mais atualizado, porém, o que está publicado aqui ficará a disposição dos leitores.

Um novo portal estará a disposição com muitas, mas muitas novidades que com certeza todos apreciarão.

O autor agradece a cada um que fez desta página a sua favorita.

O endereço do novo portal será postado aqui dentro de alguns dias.

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Jehozadak Pereira

Nota do autor: Este texto é um dos mais lidos do blog em todos os tempos e talvez seja a história de muitos leitores

Invariavelmente um conflito familiar passa por duas etapas ou razões primordiais e importantes: ciúmes e dinheiro. Um ou outro. Quando não os dois juntos. Conflito familiar não escolhe classe social, e ninguém está imune a ele. Certamente você tem uma história na sua família. Por vezes pai ou mãe são os fatores que fazem as aparências ser mantidas. Mas quando estes se vão… Read the rest of this entry »

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Nota do autor: Gosto muito deste texto que escrevi anos atrás, porque ele sempre é pertinente e atual. Muita gente sempre pede para republicá-lo, embora ele esteja aqui no blog.

Outro dia ouvi uma história deliciosa, da qual tirei muitas lições. Creio tê-la ouvido do reverendo Naamã Mendes. Um velho sábio e seu ajudante chegaram numa pequena fazenda onde moravam um homem e seu filho, e pediram para passar a noite ali. A miséria e a desolação do lugar era total e eles dependiam totalmente do leite que tiravam de uma vaca amarrada à beira da janela.
O mato tomava conta de tudo à volta deles e aliado à sujeira dava ao lugar um aspecto sombrio e desalentador. Conversando com os dois homens, o velho sábio viu-os conformados com a situação de miséria e penúria em que estavam. Read the rest of this entry »

Jehozadak Pereira

Meu lema é simples: se leu e não entendeu, leia de novo. Se continuar não entendendo peça para alguém ler para você. Pode ser uma questão de ponto de vista…

Jehozadak Pereira

Neste inverno tem nevado muito mais do que nos últimos anos e dirigir nas ruas e estradas em New England tem sido um desafio constante para os motoristas de qualquer nacionalidade. A quantidade de neve que tem caído na região tem transformado as estradas numa verdadeira pista de patinação e muitos motoristas se veem em apuros, principalmente os que não possuem carro com tração nas quatro rodas.

Além disto as emissoras de televisão veiculam frequentemente cenas de derrapagens, batidas e acidentes – alguns com gravidade por causa da neve e do gelo

Um programa de áudio do Departamento de Saúde Pública do Estado de Massachusetts – DHP, orienta os motoristas de como proceder para dirigir com mais segurança na neve.

As dicas vão além do básico, ensinando os motoristas como se comportar em situações de emergência, muito comum nestas circunstâncias. O programa fala de simples atos que podem ajudar a passar o inverno bem mais tranquilo e saudável. Nunca é demais lembrar que não se deve frear numa estrada congelada, ou ainda que a direção deve ser virada para o sentido contrário do lado que estiver escorregando.

Saiba como dirigir com mais segurança

– Sempre coloque o cinto de segurança e nunca dirija após beber álcool;

– Reduza a velocidade, dirija com cuidado e acelere devagar. Nunca freie bruscamente sobre uma estrada congelada, pois perderá o controle da direção. Se o carro escorregar no gelo, lembre-se de virar a direção no sentido contrário ao que estiver escorregando;

– Deixe mais espaço entre seu carro e os outros, pois precisará de mais distância para frear de forma segura numa estrada escorregadia;

– As pontes e viadutos congelam mais rapidamente do que as estradas porque não tem a terra para isolá-las do frio. Tenha cuidado ao passar por uma ponte ou viaduto no inverno;

– Se estiver nevando, saia com o carro devagar. Teste os freios com pequenas pisadas no pedal para verificar a aderência dos pneus no asfalto;

– Tenha a certeza de que o limpador de para brisas e o desembaçador estão funcionando bem.

– Antes de sair retire o gelo e a neve que estiverem cobrindo os vidros, o limpador de parabrisas e os faróis traseiros e dianteiros.

– Tire a neve e o gelo do teto para evitar que eles voem sobre outros carros na estrada, o que pode ser muito perigoso;

– Mantenha o tanque de gasolina pelo menos na metade para evitar que as mangueiras de combustível congelem;

– Use líquido para o parabrisa com fluido anticongelante;

– Finalmente, mantenha sempre um cobertor, uma lanterna e uma pá pequena no porta malas.

 

Jehozadak Pereira

  • Nunca se bronzeie entre as 10 AM e 4 PM, você pode se “queimar”. O protetor solar deve ser usado, com fator de proteção acima de 15. O filtro solar deve ser aplicado de duas em duas horas. Se entrar na água, aplique de hora em hora
  • Use loções pré-bronzeadoras especialmente se você está há um tempo sem tomar sol e, de repente, vai para a praia. A loção prepara a pele para receber os raios solares
  • Aproveite o sol entre 8 e 10 AM e depois das 4 PM
  • Coma cenoura, beterraba e abobóra que tem betacarotina, substância que ajuda a produção de vitamina A, que é responsável pela cor da pele
  • Evite soluções caseiras como água de coco e óleo de amêndoa, pois além de não funcionar, fazem mal à pele e podem causar queimaduras
  • O sol têm seus benefícios também. Ele estimula a formação de vitamina D e cálcio e também regulariza o bioritmo
  • Duas horas diárias de sol são suficientes para que você adquira o seu tão sonhado e desejado bronzeado para fazer ‘inveja’ nos seus amigos e amigas
  • Cuidado para não esquecer sua criança trancada dentro do carro. O mesmo vale para seus animais de estimação
  • Beba muita água e evite as bebidas isotônicas
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Ganhei este texto de um dos meus professores na faculdade, e foi escrito pelo Armando Nogueira e publicado no Jornal do Brasil no dia 7 de agosto de 1996, mas é atualíssimo, e resolvi postar no dia do Jornalista como um lembrete importante.

Passei alguns anos certo de que o autor dessa preciosa máxima era Carlos Drummond de Andrade. Até que um dia perguntei ao poeta. Ele conhecia, mas negou que fosse dele. Confesso que fiquei desapontado. A sentença tinha a cara de mestre Drummond, cuja prosa é um exemplo de concisão. Otto Lara Resende desconfiava que pudesse ser de um escritor mexicano a idéia da dica preciosa. Eu, por mim, seria capaz de atribuí-la a John Ruskin, notável escritor e crítico inglês do século passado. Se não o disse, com todas as letras, certamente foi Ruskin quem melhor ilustrou o adágio, num conto antológico.

É o caso de um feirante de peixes num porto britânico. O homem chega à feira e lá encontra seu compadre, arrumando os peixes num imenso tabuleiro de madeira. Cumprimentam-se. O feirante está contente com o sucesso do seu modesto comércio. Entrou no negócio há poucos meses e já pode até comprar um quadro-negro para badalar seu produto. Atrás do balcão, num quadro-negro, está a mensagem, escrita a giz, em letras caprichadas: “Hoje, vendo peixe fresco.” Pergunta, então, ao amigo o compadre: Você acrescentaria mais alguma coisa? O compadre releu o anúncio. Discreto, elogiou a caligrafia.

Como o outro insistisse, resolveu questionar. Perguntou ao feirante: Você já notou que todo dia é sempre hoje? E acrescentou: Acho dispensável. Essa palavra está sobrando… O feirante aceitou a ponderação: apagou o advérbio. O anúncio ficou mais enxuto: “Vendo peixe fresco.” — Se o amigo me permite — tornou o visitante —, gostaria de saber se aqui nessa feira existe algum peixe dado de graça.

Que eu saiba, estamos numa feira, e feira é sinônimo de venda. Acho desnecessário o verbo. Se a banca fosse minha, sinceramente, eu apagaria o verbo. O anúncio encurtou ainda mais: “Peixe fresco” — Me diga uma coisa: por que apregoar que o peixe é fresco? O que traz o freguês a uma feira, no cais do porto, é a certeza de que todo peixe, aqui, é fresco. Não há no mundo uma feira livre que venda peixe congelado… E lá se foi também o adjetivo. Ficou o anúncio reduzido a uma singela palavra: “Peixe”.

Mas por pouco tempo. O compadre pondera que não deixa de ser menosprezo à inteligência da clientela anunciar, em letras garrafais, que o produto aqui exposto é peixe. Afinal, está na cara. Até mesmo um cego percebe, pelo cheiro, que o assunto, aqui, é pescado… O substantivo foi apagado. O anúncio sumiu. O quadro-negro também. O feirante vendeu tudo. Não sobrou nem a sardinha do gato. E ainda aprendeu uma preciosa lição: escrever é cortar palavras.


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