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Jehozadak Pereira

Minha única preocupação com um possível governo da Marina Silva e do PSB é que a gente sinta saudades da roubalheira do PT e sua quadrilha.

O PT nunca enganou ninguém do que iria fazer quando chegasse ao poder, mas Marina – que é ilibada – terá condições de segurar o apetite da sua turma?

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Tem gente que acha o ex-ministro Antonio Patriota ruim, fraco e omisso. E é mesmo. Porém, pior é quem o nomeou para o posto que assistiu a toda a sua trôpega e claudicante administração sem tomar atitude alguma e só o fez quando a coisa desandou de vez. Read the rest of this entry »

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Muito interessante mesmo o Brasil. Bastou o Fantástico de domingo relatar que a presidente Dilma Rousseff foi espionada para começar a indignação de muitos setores da sociedade brasileira contra o ato dos americanos. Mas reclamam do que mesmo? Quem não sabe que a banda toca assim há décadas? Quem é que ignora o fato de que há sim espionagem desde sempre e debaixo das barbas de todo mundo? Read the rest of this entry »

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Das coisas que o dinheiro não pode comprar é ver a presidente petista e seus cupinchas do PT de rabo entre as pernas amarelando de medo de ir no Maracanã amanhã e tomar vaias na cara. É melhor mesmo ficar escondida…

Jehozadak Pereira

Confesso que achei o Marco Feliciano um perfeito e acabado boçal ao dizer as coisas que disse. Mas hoje ele me surpreendeu ao colocar o PT a nocaute a dizer que renuncia se os cassados do Mensalão que estão em outras comissões. Querem ver que o PT não vai mais falar no assunto?

Jehozadak Pereira

Descobri a verdadeira identidade do Ricardo Lewandowski: ele é o Capitão Cueca, o super-herói dos PTistas ladrões e mensaleiros…

Jehozadak Pereira

Uma pergunta que não quer calar tem ecoado nas últimas semanas nas ruas, esquinas e lares brasileiros – o que está acontecendo com o PT? Por que o partido aguerrido, romântico e até certo ponto ingênuo – por achar que podia consertar o mundo – enveredou pelo caminho da corrupção e das coisas escamoteadas.

Quando foi fundado há 32 anos no rastro das greves do ABC paulista em plena ditadura militar o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, realizava as suas assembléias onde o principal orador era um pernambucano aguerrido que atendia pelo apelido de Lula. Quando ele discursava a platéia entrava em transe numa catarse coletiva jamais vista na história do sindicalismo brasileiro.

Lula falava a língua do peão que trabalhava no chão das fábricas, produziam a riqueza e ficavam com uma parte minguada que eram os seus salários. Com coragem e destemor Lula e seus companheiros convocavam greves gerais em frontal desafio aos militares. Logo a idéia de fundar um partido político sem o ranço e os costumes de outros partidos foi tomando corpo e criou-se o Partido dos Trabalhadores, que reunia sindicalistas como o próprio Lula, Jacó Bittar, Vicentinho, Jair Meneguelli com intelectuais como Plínio de Arruda Sampaio, Florestam Fernandes, Marilena Chauí, que compunham com outros a nata do pensamento intelectual no Brasil. Universitários como José Dirceu, ativistas como Fernando Gabeira, a atriz Bete Mendes; o aristocrata Eduardo Suplicy foram alguns dos petistas de primeira hora.

Logo o Partido dos Trabalhadores se organizava e disputava eleições e não demorou para que os primeiros vereadores e prefeitos fossem eleitos – o primeiro prefeito eleito pelo PT foi Gilson Menezes em Diadema, São Paulo. As câmaras estaduais e federal recebiam os primeiros parlamentares eleitos pelo Partido dos Trabalhadores que não parou mais de crescer. Lula disputou eleições para o governo paulista e perdeu, sendo eleito deputado – dos mais votados – para a constituinte, mandato para o qual não quis se reeleger, preferindo percorrer o Brasil e implantar uma nova consciência política, o que em parte alcançou êxito.

A figura maior do partido sempre foi Lula, que alcançou o status de ícone e líder inconteste pela sua trajetória e história, sendo respeitado no exterior e pelos seus adversários. Ao se candidatar a presidente da república foi derrotado por Fernando Collor – num dos episódios mais vergonhosos de manipulação; primeiro Lula foi acusado de não desejar o nascimento de sua filha Lurian, depois a edição tendenciosa do debate com Collor, onde Lula aparecia como derrotado – e duas vezes vencido por Fernando Henrique Cardoso. Qualquer um teria desistido. No entanto, a militância empurrou Lula adiante e o que se viu foi sempre um partido que primava pela ética, pela moralidade, pela transparência e que conferia tudo em cima. Quem não se lembra do procurador Luiz Francisco de Souza – ligado ao PT – atormentando as autoridades com processos e mais processos?

Impeachment de Collor? O PT supriu a CPI com documentos hábeis que contribuíram para a derrocada do governo que permitiu uma das maiores roubalheiras de todos os tempos. O PT foi à pedra no sapato dos oito anos de governo tucano, expondo as vísceras de qualquer coisa que parecesse suspeito. O PT tinha respostas e soluções – e sempre vendeu a idéia – para todos os problemas e dificuldades do povo brasileiro. Até o dia em que virou governo e teve que fazer o que sempre abominou – compor com as forças do atraso, como eles diziam – para poder governar. Ao se aliar a políticos cuja única preocupação é o proveito próprio, o PT loteou a administração pública e o que se viu foi o caos absoluto.

Para governar, Lula vendeu a si e o PT na bacia das almas e optou por praticar aquilo que sempre abominou e hoje é julgado no Supremo Tribunal Federal no maior caso de corrupção da história republicana e política do Brasil. Joaquim Barbosa e seus pares estão deslindando as falcatruas petistas. A sensação que fica é que o PT definitivamente não precisava passar por isto. Não mesmo!

 


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