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Jehozadak Pereira

Rafael têm muitos amigos e amigas no seu perfil no Facebook. Outro dia na balada foi ignorado por um deles e ficou revoltado pois fora adicionado e frequentemente o seu ‘amigo’ postava-lhe mensagens e curtia as suas fotos e atividades. Conversando com a sua namorada deu-se conta de que não era o único naquela situação, pois com ela acontecia a mesma coisa, inclusive com colegas de sala de aula na faculdade, ou seja, eles eram ao mesmo tempo amigos e desconhecidos de gente com quem partilhavam todas as coisas. Read the rest of this entry »

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O recente debacle da BR Courier traz novamente à luz um antigo problema das transportadoras de caixas para o Brasil. Já se escreveu e falou de tudo, e não é a primeira vez que a comunidade, ou melhor, que o consumidor brasileiro é surpreendido e lesado nos seus interesses, bens e posses.

Na terça-feira desta semana, uma consumidora que esperava para receber de volta a caixa que havia entregue para a BR Courier em setembro do ano passado desabafou e expressou o sentimento de gente trabalhadora e honesta que novamente é enrolada na sua confiança. “Isto é uma indignidade e é muita humilhação! E o pior é que não há ninguém que nos dê uma resposta coerente para as nossas dúvidas. Até quando seremos enrolados e maltratados no nosso direito?”

E ela não deixa de ter absoluta razão, já que não é a primeira vez que isto acontece. Somente em Massachusetts nos últimos anos foram milhares de brasileiros lesados em milhões de dólares, tanto na cobrança do frete quanto nos bens que adquire para mandar para o Brasil. Informações dão conta de que somente em Massachusetts são cerca de 3,6 mil caixas que são aproximadamente 50% do total nos EUA. A BR Courier está devolvendo as caixas e ao que parece se cercou de todos os cuidados legais para preservar os seus direitos. Mas e o direito do consumidor, quem há de olhar por eles? A pergunta que se faz é por que a empresa continuou coletando caixas e mercadorias se sabia que não teria condições de cumprir com o serviço contratado?

É certo que nem todos os empresários que trabalham no ramo são picaretas ou espertalhões e ninguém está a salvo de passar por um infortúnio qualquer. Porém quebras de transportadoras deixam o segmento em descrédito.

Qual será a próxima a deixar o consumidor esperando o navio chegar em vão? Como saber se a transportadora que anuncia é idônea e vai realmente entregar a sua caixa ou se é mais uma picaretagem? A comunidade brasileira tem se transformado aos poucos sem se dar conta disto. Entre os brasileiros há gente que rouba lojas, postos de gasolina, bancos, carros para tirar rodas, bancos e acessórios. Há gente que explora mulheres, vive de agiotagem, de falsificação de documentos, de extorsão, de roubo de carros e residências, baderna, gangues, e brigas.  Além de outros golpes infestam a comunidade.

As histórias são muitas. No tocante aos consumidores que enviaram suas caixas, o que se vê é desamparo, falta de informação, mau humor dos atendentes e responsáveis pelas empresas que se escondem e se omitem como se a questão não fosse com eles. O consumidor brasileiro merece sim, atenção e satisfação por parte das companhias.

Aliás, o silêncio de algumas delas é constrangedor e fica no ar o cheiro de picaretagem, pois o que interessava era receber por um serviço que já se sabia de antemão não seria dado como contrapartida.

São as famosas companhias de transportes de cargas para o Brasil que surgem e somem num piscar de olhos, deixando muitos clientes literalmente querendo ver o navios com as suas cargas que jamais chegam ao destino, e quando chegam muitas delas são entregues totalmente saqueadas e roubadas. De quem é a culpa? Como resposta é um eterno jogo de empurra e de como dissemos anteriormente, de omissão mesmo. Até se pode entender que alguns segmentos passem por dificuldades e lutem contra elas, mas é sempre a mesma coisa sempre, e quem acaba por pagar a conta, ou melhor, o prejuízo é sempre do consumidor. Já passou da hora disto acabar.

O salutar disto tudo é que a comunidade se mobiliza em busca de respostas e de uma satisfação por pequena que seja, no sentido de que e justiça seja de fato feita e que tais fatos não se repitam jamais.

Já os que vivem de expedientes pouco excusos e de golpe em golpe, contribuem para que a reputação da comunidade seja manchada e jogada no lixo, e logo as coisas que já são difíceis se tornarão ainda mais dificultosas. A razoável abundância de oportunidades atraiu para cá uma multidão de desocupados e golpistas que esperam viver aqui do mesmo modo que viviam no Brasil – aplicando golpes e lesando quem trabalha honestamente, o que nos faz sentir saudades dos tempos que transgressão era dirigir com carteira internacional.

Jehozadak Pereira

Publicado originalmente no www.acheiusa.com

Rafael têm muitos amigos e amigas no seu perfil no Facebook. Outro dia na balada foi ignorado por um deles e ficou revoltado pois fora adicionado e frequentemente o seu ‘amigo’ postava-lhe mensagens e curtia as suas fotos e atividades. Conversando com a sua namorada deu-se conta de que não era o único naquela situação, pois com ela acontecia a mesma coisa, inclusive com colegas de sala de aula na faculdade, ou seja, eles eram ao mesmo tempo amigos e desconhecidos de gente com quem partilhavam todas as coisas.

A partir daquele dia resolveram que as coisas seriam diferentes e somente teriam como amigos aqueles com quem realmente tivessem afinidades e começaram uma limpeza que durou dias até que ficassem somente amigos e parentes. “Tornou-se um hábito das pessoas adicionar qualquer um que lhes peça para ser adicionado e as vezes não nos damos conta de que sequer sabemos quem são ou o que representam de fato”, diz Rafael.

Com a febre do Facebook que originariamente nasceu para ser um pólo de integração dos alunos de Harvard, milhares de pessoas abandonaram os seus perfis no Orkut e uma nova onda aconteceu, pois as redes sociais servem para que as pessoas possam ver e ser vistas independentemente do lugar onde estejam. Também se tornou um método para reencontrar velhas amizades, parentes e sobretudo para interagir com novas pessoas.

Porém, o que deveria ser uma diversão acaba por se tornar uma fonte de preocupação e stress, pois como não há um manual de etiqueta de como se comportar e as pessoas não sabem como agir diante de algumas situações que as vezes tendem a se tornar embaraçosas e preocupantes. A maioria das vezes as pessoas estão ou são solitárias e não tem paciência para cultivar amizades duradouras e é aí que entram as redes sociais.

Em 2009, Eudes Souza, que morava em Boston, Massachusetts aplicou via MSN Messenger um golpe numa brasileira que mora em New Jersey. Adicionada no MSN por Eudes, a mulher não se deu conta de que estava caindo numa armadilha e perdeu aproximadamente US$ 6 mil – parte em dinheiro e parte numa dívida do cartão de crédito. Além disto seu irmão perdeu no Brasil outros US$ 6 mil, já que Eudes afirmava ter um esquema que facilitava a retirada de vistos de trabalho nos EUA. Uma queixa foi prestada numa delegacia de polícia em Governador Valadares e Eudes sequer foi ouvido pela justiça, já que o inquérito policial não deu em nada, ficando a frustração da brasileira que acreditou que Eudes ou ‘Paulo’ como ele se apresentava estava apaixonado por ela.

Tempos atrás uma discussão sobre como agir no caso de encontrar uma pessoa a quem havia excluído do perfil no Facebook. Cumprimentar ou não? “Eu cumprimentaria a todos como sinal de civilidade e boa educação. Manter alguém no Facebook é decisão que não pode abranger a todos os que conhecemos. Cumprimente sim, é mais elegante. Acho que há relacionamentos que não cabem num social network, mas como tudo é relativamente novo, vamos descobrindo à medida que erramos”, disse uma das debatedoras.

Lara – nome fictício se deu mal no ano passado por causa de umas fotos que postou no Facebook. Há 12 anos nos EUA e morando na região de New York, Lara fez de brincadeira umas fotos sensuais com um fotógrafo que é seu amigo no final de 2010. Formada na universidade se candidatou a uma vaga num dos mais respeitados escritórios de advocacia na cidade e ficou com o emprego. Um mês depois foi dispensada por causa as fotos postadas no Facebook e que haviam sido descobertas por investigadores contratados pelo escritório para levantar a vida pregressa dos recém-contratados. De nada adiantou os seus argumentos. “Disse a eles que as fotos eram uma mera brincadeira e que não via maldade alguma nelas, já que estavam abertas para o meu círculo de amizade. Até hoje penso que quem descobriu foi uma determinada pessoa que me adicionou e que jamais conheci ou sabia quem era, só sei que depois disto só adiciono quem realmente conheço e aprendi uma dura lição de que o meu futuro pode ser comprometido por causa de algumas fotos. Fotos, que tirei imediatamente do meu perfil e hoje tenho 50 e poucas pessoas como amigos, mas tenho a certeza de que são realmente meus amigos”, disse.

Dicas para se dar bem

–       Se tiver dúvidas sobre quem está te adicionando, não aceite

–       Se tiver dúvidas acerca daquela pessoa que você não conhece e que te adicionou, delete-o

–       Jamais justifique ter excluído, bloqueado ou não aceitado uma amizade

–       Elabore listas específicas e coloque nelas as pessoas conforme seu critério

–       O Facebook permite que se bloqueie as suas informações, fotos e postagens

–       Jamais coloque em redes sociais informações pessoais como data de nascimento, número de documentos, endereços, relações familiares, trabalho e telefones

–       Se for colocar fotos de carros e motocicletas, omita as placas

–       Partilhe somente informações com quem você confia de fato

–       Não exponha sua intimidade de modo algum

–       Não xingue e nem destrate ninguém

–       Respeite para ser respeitado

–       Não poste spam ou propaganda do seu negócio ou profissão

–       Não envie mensagens não solicitadas

–       Não clique em links que te enviam. Você pode estar caindo numa armadilha

–       Cuidado com as correntes e mensagens de cunho religioso ou político

–       Se cansou, delete o seu perfil nas redes sociais

–       Não poste e nem escreva nada do qual possa se arrepender mais tarde

–       Lembre-se que por mais restrito que esteja o seu perfil, as redes sociais são sim um livro aberto…

Jehozadak Pereira

Tudo o que está ruim pode piorar e isto pode ser comprovado na prática depois da infeliz resposta que a presidente Dilma Rousseff deu à pergunta se poderia estender ao brasileiros indocumentados nos Estados Unidos os benefícios do programa ‘Ciência sem Fronteiras’, na sua curta passagem por Boston, semanas atrás.

Como era de se esperar houve uma gritaria e protestos da comunidade brasileira para o tema. Houve também aqueles que acham que a presidente estava certa ao responder do modo como respondeu. Porém – sempre há um porém – o Núcleo do PT em Boston – sim, nós temos um núcleo do PT em Boston, através de Claudia Tamsky, coordenadora do partido decidiu que tinha que responder aos descontentes e produziu uma pérola que merece entrar para os anais da história da comunidade brasileira, seja pela desfaçatez, seja pelo cinismo, seja pela dissimulação da resposta.

Em e-mail enviado no dia 19 de abril, Claudia Tamsky consegue ver na pergunta feita à presidente ‘motivos políticos e não com a preocupação dos jovens indocumentados‘. Quem seriam os interessados em desestabilizar a presidente Dilma? Se sabe diga quem são, se não sabe não fale bobagens.

Claudia continua o seu arrazoado com uma afirmação de que o governo brasileiro apoia os seus cidadãos no exterior através da rede consular, como disse a presidente na sua resposta. Ora, o governo brasileiro seja ele de qual matiz política for tem a obrigação de assistir com dignidade aos seu cidadãos seja em qual circunstância for e isto não é favor, é dever de um – o governo e direito do outro – o brasileiro que está no exterior. Na sequência, Claudia comete outro deslize ao afirmar que os governos do PT fizeram coisas pelos imigrantes que nenhum outro governo fez. Mentira.

O Consulado-Geral do Brasil em Boston, até a administração passada vivia a míngua, sem recursos, sem funcionários e prestando um serviço de quinta categoria em pleno exercício do governo Lula da Silva. Os petistas, tal como Claudia dizem que antes de Lula o Brasil não existia. Existia sim, e dividiu-se entre bons e maus governos e governantes, negar isto é característico dos governos totalitários, como parece se encaminhar para ser o do PT.

Reportagens e matérias foram escritas a respeito disto com todos os diplomatas que passaram pelo posto e eram unânimes em dizer e mostrar os ofícios que enviavam aos montes ao governo brasileiro pedindo verbas, pedindo funcionários, pedindo recursos. Nos últimos meses a coisa melhorou sensivelmente mas ainda está longe de ser o ideal.

Dizer que a Caixa Economica Federal atua ativamente e repassa o FGTS a trabalhadores que estão nos EUA é um exercício de cara de pau, já que isto é uma reivindicação antiga e que calhou de ser liberada neste instante, o que não é nenhum favor e sim uma atitude respeito ao trabalhador imigrante que pode finalmente lançar mão do que é seu por direito.

Mas o pior na peroração de Claudia Tamsky estava por vir. Novamente ela consegue enxergar o seguinte – “Enfim, devemos analisar essa questão com justiça e não através de emoções movidas por interesse politico ou populista” (SIC). Quem são os oportunistas interesseiros e populistas que querem ver a ruína do governo popular do PT? Há de se repetir que faria-nos um grande favor se revelasse quem são.

Mas há ainda o pior de tudo – “Caso a presidenta acenasse com a possibilidade do Ciências Sem Fronteiras para os brasileiros aqui nos EUA, logo logo estaríamos pedindo também o Minha Casa minha Vida aqui também, bem como outros programas sociais de ajuda aos mais necessitados no Brasil“, (SIC). Na visão de Claudia Tamsky quem reclama qualquer coisa do atual governo brasileiro o faz motivado por motivos escusos e pleitear qualquer coisa nesta altura é uma afronta aos olhos dela. Logo, se a presidente desse aos imigrantes indocumentados os benefícios do programa ‘Ciência sem Fronteira’, logo os mesmos imigrantes estariam pleiteando qualquer bolsa-esmola-populista-que-o-PT-distribui-a-farta.

O que os brasileiros que moram no exterior, especialmente os do EUA querem é respeito por parte de qualquer governo, inclusive este do PT, da sua presidente e do núcleo em Boston, que pelas palavras inapropriadas da sua dirigente está muito longe de defender os interesses da comunidade. O que o PT de Boston e sua dirigente querem é fazer valer a qualquer custo sua opinião e vontade sempre a favor do partidão que um dia foi dos trabalhadores e que hoje abriga nas suas fileiras todo tipo de gente, inclusive os interesseiros e corruptos de plantão.

Claudia Tamsky perdeu a grande chance de ficar calada neste assunto e ao se manifestar foi extremamente infeliz e indelicada com milhares de trabalhadores brasileiros que querem somente respeito e honestidade.

Jehozadak Pereira

Todos estes textos têm, contém ou falam sobre o aborto e foram escritos ao longo dos anos. São entre outros textos, alguns dos mais lidos do blog em todos os tempos.

Aborto nos EUA. legal, mas moral?

Aborto

Filhos, por que tê-los

Entrevistas: Jaime Kemp

Jehozadak Pereira

Estava pensando que se o Donald Trump for eleito, o consumo de laquê vai aumentar nos EUA. Para segurar aquele cabelo todo tem que usar muito laquê. Laquê demais…. (Além é claro de muita água oxigenada. Aliás, dizem que no banheiro dele tem três torneiras- água quente, água fria e água oxigenada)

Jehozadak Pereira

Na década de 60 eles fizeram a revolução sexual, na de 70, assumiram sua homossexualidade. Nos anos 80 enfrentaram a AIDS e, nos 90, firmaram pé no mercado de trabalho. Estima-se que existam hoje entre 1 e 3 milhões de gays e lésbicas com mais de 65 anos nos EUA – número que deverá triplicar até 2030. O mundo do homossexualismo movimenta muito dinheiro. Só nos Estados Unidos movimentam US$ 2 bilhões em viagens por ano, a renda per capita é de U$ 55,4 mil contra U$ 36,5 dos heterossexuais. Empresas como American Express, Subaru Motors, GM, Cervejaria Miller, entre outras investem ou investiram pesado na chamada mídia gay, em busca de um mercado que gasta cerca de US$ 350 bilhões por ano.

A última amostragem apontava em 1998 gastos na ordem de US$ 120 bilhões. Estima-se que cerca de 6% da população americana é composta de gays e lésbicas. Uma pesquisa recente americana mostra entre 1 e 2%. Uma outra pesquisa aponta 2% de homossexualidade entre 4 mil adolescentes pesquisados. A estimativa aumenta porque, em geral, estão arrolados entre os homossexuais muitos homens e mulheres que tiveram apenas algumas experiências circunstanciais.

Logo, o capitalismo busca alcançar mercado GLS. Há de tudo voltado para a diversidade sexual. De cruzeiros navais, a vôos turísticos para variados lugares no mundo. Resorts, hotéis, restaurantes, agências que investem pesado na intermediação de busca do parceiro ou parceira ideal. Muitos hotéis treinam seus funcionários para atendimento exclusivo

Nas cidades americanas é comum ver nos carros o arco-íris – símbolo do homossexualismo, ou diversidade, estampado com orgulho, estabelecimentos comerciais hasteiam nas suas portas bandeiras multicoloridas, mostrando que ali é um lugar onde se reúnem homossexuais. Nos Estados Unidos, os estabelecimentos destinados ao público GLS dobrou principalmente em cidades como Miami, San Francisco – considerada a capital GLS e New York.

Passeatas acontecem anualmente no mundo todo reunindo homossexuais, a Disneylândia reserva uma data anual para uma parada chamada Day Gay. Mesmo enfrentando protestos dos religiosos e dos setores conservadores da sociedade a Disney viu na modalidade uma oportunidade de fazer dinheiro, e a cada ano mais clientes homossexuais frequentam os parques da Disney.

Como a maioria dos casais gays não tem filhos e são potenciais consumidores de alto poder aquisitivo as empresas ficam de olho e a cada temporada criam novas estratégias para tê-los como clientes. Investindo fortunas em pesquisas diversos setores descobriram que uma característica do público GLS em geral é sua capacidade de experimentar e implantar produtos que depois são adotados pelos heterossexuais.

Longe de ter motivos para discrimar o público GLS, 95% das 500 maiores companhias americanas adotaram uma política anti-discriminação no seu código de ética, ao passo que 70% destas mesmas empresas oferecem benefícios ao companheiro do funcionário gay. Isto movimenta o mercado de seguros, por exemplo.

Em 2004, o The New York Times, publicou a matéria Cidade Gay, onde conta a história do renascimento da pequena cidade de Wilton Manors. De cidade falida, passou a ser uma próspera cidade depois que a turma GLS descobriu o lugar. O mercado imobiliário foi o primeiro beneficiado. Casas que antes da invasão GLS eram vendidas a muito custo por preços que variavam entre US$ 80 mil a US$ 90 mil, passaram a custar entre US$ 300 mil a US$ 400 mil. Na cidade de 17 mil habitantes, cerca de 40% é composta de homossexuais, e em 2000 elegeu o primeiro prefeito gay.

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