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Jehozadak Pereira

Há poucos dias a mídia anunciou que Silas Malafaia vai apoiar o atual prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes na sua pretensão de se reeleger. Há de se dizer que ano de eleição é uma ‘bênção’, tamanha a possibilidade de que alguns líderes sejam abençoado ao apoiarem os políticos. Não estou dizendo e longe de mim insinuar qualquer coisa contra quem quer que seja, inclusive Silas Malafaia. Em 2002 escrevi este artigo que publico abaixo e o mundo caiu na minha cabeça, inclusive com o próprio Malafaia me esculhambando por causa disto. Na época o texto foi publicado originariamente no http://www.aleluia.com.br que já não existe mais e o Rodrigo Bressane que era o web master foi pressionado por muita gente ligada ao staff de Garotinho para tirar o texto do ar. Vou postar algumas das manifestações de algumas pessoas contra mim para que vejam o tamanho da pressão. Ainda bem que Garotinho não foi eleito, mas sem dúvida alguma ganharam todos, se é que me entendem…

Um presidente evangélico

Em outubro de 2002, teremos eleições gerais, e um dos cargos a ser votado é o de presidente da república. Os candidatos são muitos. Luiz Inácio Lula da Silva, Ciro Gomes, Itamar Franco, Antonio Carlos Magalhães, José Serra, Geraldo Alckmin, Paulo Maluf, Eduardo Matarazzo Suplicy, Orestes Quércia, Enéas Carneiro, Leonel Brizola, Pedro Simon, Pedro Malan, Paulo Renato de Souza, e Anthony Garotinho entre tantos outros.

Cada um dos pretendentes tem uma tendência ideológica, de esquerda, de direita, de centro, moderado, conservador, o que é perfeitamente normal numa multiplicidade de candidatos como a que teremos. Entre tantos nomes um deles se destaca, visto a sua condição de cristão, que é o governador do Estado do Rio de Janeiro – Anthony Garotinho.

Ao se movimentar para mobilizar sua candidatura Garotinho, criou alguns fatos e circunstâncias, que atraíram sobre ele a atenção da mídia. A revista Veja na sua edição número 1708 – 11/7/2001, trouxe a matéria Rádio, marketing e gogó – O velho populismo é o combustível de Garotinho na corrida presidencial. A matéria traz um perfil do jovem governador carioca e os seus métodos utilizados. Na edição seguinte Garotinho ocupa novamente as páginas da revista Veja. Primeiro na seção Radar onde é comparado a Fernando Collor, certamente o pior presidente da república que o Brasil já teve, e em matéria de duas páginas com o título Vozes do passado que conta à história de um grampo telefônico, envolvendo o governador e o pagamento de propina a um fiscal da Receita Federal.

O que fez o governador? Foi à Justiça para impedir que as fitas fossem divulgadas na imprensa. Depois se justificou dizendo que eram somente ‘R$ 500,00’. A reportagem traz a informação de que o processo foi arquivado pelo Ministério Público Estadual e Federal por falta de provas, visto que as gravações ilegais não são aceitas como evidência de crime. Igualmente a matéria mostra o relacionamento de Garotinho com Jonas Lopes de Carvalho, amigo de longa data e assessor quando o governador foi prefeito da cidade de Campos, e hoje instalado no Tribunal de Contas do Rio de Janeiro. O problema todo é decorrente do sorteio de carros e casas num programa de auditório que era comandado por Garotinho, e que foram fraudados, daí a origem do grampo telefônico. O fato ocorreu em 1995, quando Garotinho após deixar a prefeitura de Campos, não conseguiu eleger-se governador carioca.

Pois bem, a revista CartaCapital na sua edição número 151, traz a matéria Sucessão 2002 – O esquema Garotinho: Jesus, Rádio e Cia. Onde toda a movimentação do governador carioca e de sua troupe é apresentada. Inclusive o relacionamento com um ex-integrante do staff de Fernando Collor, e da fartura financeira que cerca a divulgação das falas de Garotinho em programas radiofônicos pelo país afora.

Citei somente três matérias envolvendo o governador Garotinho, mas poderia citar outras trinta. Em todas elas sempre é feita alusão ao fato de Garotinho ser evangélico, e em geral sempre depreciando o governador. Sua esposa Rosinha Matheus, afirma que os ataques são por causa exclusivamente da subida de Garotinho nas pesquisas de indicação de votos, que na realidade não valem para nada. Porém, as acusações muitas vezes não são desmentidas e a cada uma delas surge um fato desabonador.

Não estou discutindo isto, ou a conversão, ou a fé, ou a convicção religiosa de Garotinho. O que preocupa é o fato de que Garotinho se apresenta como a solução para os problemas do Brasil. Será muito fácil para qualquer um com um pouco de carisma pessoal – e Garotinho tem carisma – escudado por uma condição – a de evangélico – lastreado por uma boa assessoria de marketing e comunicação – infindáveis recursos financeiros – que parece não faltar no caixa; apresentar-se como candidato e constranger o povo cristão a votar nele. E é isto o que Garotinho tem feito, com maestria.

O que se fazer pensar também é que Garotinho tem sido atacado por ser evangélico, o que não é verdade. O que a imprensa tem mostrado são os (maus) modos e como se comporta o governador e aqueles que lhe cercam, além do que Garotinho não está isento de ser criticado ou mesmo que tenha as suas falhas apontadas pela mídia de um modo geral.

Alguns podem me dizer que o Brasil já foi governado por todo tipo de gente. Concordo. Até por um que tinha a confissão luterana – Ernesto Geisel, presidente numa época de escuridão democrática para o Brasil, e vejam que a sua condição de religioso não impediu que o país passasse por uma etapa a ser esquecida, principalmente no campo das liberdades individuais.

Época em que se matava nos quartéis e se dizia que tinha sido suicídio. Depois o catolicismo com Tancredo Neves que não chegou a assumir, e que nos reforça a convicção de que Deus está no comando de todas as coisas – Provérbios 21:1.

Fomos governados por José Sarney e seu sincretismo exacerbado, ou não é de conhecimento geral as suas idas e visitas a Codó no Maranhão, tida como a cidade onde mais se pratica feitiçaria no Brasil? É só ler os jornais e revistas na época do governo Sarney para ver com quem ele se aconselhava, especialmente com Neyla Alckim, médium mineira, ou os recados que recebia de Adelaide Scriptori, médium espírita do centro Cacique Cobra Coral, que dá conselhos a políticos e personalidades.

Com Fernando Collor, desesperado para não ser mandado embora, as seções de magia branca, negra e tudo o mais que se podia fazer para evitar a debacle, atividades que se mostraram ineficientes para lhe assegurar o poder. No atual governo, o presidente embora tenha ido a cultos evangélicos e até ter falado ‘Aleluia’ num deles, é conhecido por seu ateísmo, desmascarado que foi anos atrás por Boris Casoy, num debate televisivo. Um dos seus ministros mais influentes, o general Alberto Cardoso é espírita.

Agora mesmo ao renunciar para não ser defenestrado por seus pares, o ex-senador Antonio Carlos Magalhães apelou para todos os santos e orixás para que sua situação fosse revertida. Igual a Fernando Collor foi para casa do mesmo modo.

Você tem-se perguntado se não é hora de termos um dos nossos no cargo de presidente da República? Antes de respondermos vamos continuar na mesma reportagem da revista CartaCapital. A matéria informa que a bancada evangélica na Câmara Federal é de 49 deputados, ou seja, quase 10% dos deputados são evangélicos. Uma bancada considerável.

Continua ainda a matéria: Uma das maiores entidades evangélicas – a Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo – é dona da terceira maior rede de televisão do País, a Record, e controla sozinha uma bancada de 15 deputados, liderados pelo Bispo Rodrigues (PL-RJ). Macedo, no entanto, sempre se limitou a usar seu peso político para pleitear benesses e favores ao governo federal, sem ousar vôos mais altos. (sic).

Além de pensar ter o poder espiritual buscam o poder temporal, como se ele fosse importante. Sem grandes malabarismos teológicos vejamos o que nos diz I Timóteo 2:1-2, Romanos 13:1,

Tito 3:1. Os textos dizem para orar, obedecer, honrar…

Não diz que é para se envolver na política.

Ressalte-se que o senhor Anthony Garotinho, tem todo o direito – democrático inclusive de pleitear e postular o cargo de mandatário da nação, mas tornar isto uma cruzada religiosa ou uma missão celestial é inaceitável. Se ele – Garotinho quer o cargo que se candidate, sem usar a sua condição de evangélico, sem fazer disto uma plataforma política, buscando lançar todo o povo de Deus numa batalha do bem – ele – contra o mal – todos os outros candidatos. Sobretudo, porque há coisas, fatos e circunstâncias que o envolvem que não estão claramente explicadas, e que se existir líderes evangélicos que o apóiem nesta empreitada que o façam pessoalmente e não em nome da coletividade.

Os analistas políticos dizem que Garotinho tem tudo para reeditar Collor de Mello, na trajetória, nas atitudes e, sobretudo nas companhias.

Não me sinto obrigado ou mesmo constrangido a votar em Anthony Garotinho, só porque ele se diz cristão, o que quero é votar de acordo com a minha consciência. O que temos de ter em mente é que não precisamos de que o presidente da república seja um evangélico, o que precisamos é que ele seja temente a Deus, pois o Senhor o conduzirá do Seu jeito e modo. Ou não é o que nos diz Provérbios 21:1? E você o que acha?

Jehozadak Pereira

Tem sido interessante ver a briga, ou melhor, a guerra santa entre Edir Macedo e Valdemiro Santiago, ditos apóstolo e bispo. Onde vai parar? Quem sabe? O que se sabe é que ambos estão milionários e cada vez mais ricos, como tantos outros que ao longo dos anos têm engordado não só o gado, como o rebanho todo. Já escrevi isto outras vezes e cada vez se torna mais evidente que hoje, alguns homens entram no ministério para enriquecerem, em detrimento às práticas do passado, onde muitos se tornaram ministros por amor ao Evangelho e às almas. Entraram pobres e saíram pobres.

Hoje qualquer destes se tornam milionários em poucos anos e a evidência disto são os sinais exteriores de riqueza, ou seja, cada vez têm mais coisas, principalmente dinheiro nas suas contas bancárias. Suas igrejas, ou melhor, os seus negócios, são geridos com mão de ferro e a arrecadação é o alvo principal desta gente toda.

Outro dia mesmo, o Silas Malafaia estava furioso porque o Valdemiro Santiago fez uma oferta melhor e levou embora o seu precioso – e caro – horário televisivo e restou a ele esbravejar contra o apóstolo. Os motivos dele? Certamente não eram vidas ou as almas. Diz-se popularmente que se mexermos no bolso de um homem ele fica furioso. Pela reação do dito cujo dá para ver que o ponto mais sensível do corpo dele atingido em cheio. Porém, o mais interessante é ver que há poucos meses atrás o próprio Malafaia falou grosso e fez bravatas na TV defendendo o Santiago que segundo ele estava sendo vítima das autoridades. Só não contava que fosse passado para trás do modo como foi.

Aliás, estes ricos empresários estão é mesmo preocupados em amealhar cada vez mais dinheiro. Só isto os interessa. Fico imaginando o dia em que as autoridades resolverem abrir as caixas pretas destes ‘ministérios’. Vão encontrar coisas do arco da velha…

A ênfase desta turma é a prosperidade, cada vez mais descarada e abjeta. E os aviões? E os carrões blindados? E o modo de vida cada vez opulento e milionário? Qual é a riqueza ou progresso que desenvolvem? Bem, alguns poderão dizer que há vidas restauradas e que foram livradas de todo tipo de coisas nocivas. Pode até ser verdade, mas quantas estão sendo enganadas e espoliadas descaradamente?

Claro que nem Macedo, nem Santiago e tampouco o Malafaia são os únicos, mas devem ser os que mais estão em evidência e são a melhor representação de que a fé é um grande e milionário negócio…

Jehozadak Pereira

Outro dia o meu telefone toca. O número não identificado não me preocupa, pois costumo atender todo mundo que me telefona. Uma voz pausada e tranqüila do outro lado começa a falar coisas pessoais, e diz um nome qualquer. Pergunta se não tenho medo, pois as coisas que escrevo deixam muita gente aborrecida. Digo que não tenho medo não, e que vou continuar escrevendo, gostem ou não.

Pouca gente tem o meu telefone, e fiquei me perguntando quem poderia ter dado o meu número a alguém. Resolvi deixar para lá. Se fiquei assustado? Nem um pouco. Conheço o meu público, e sei que as ameaças veladas do tal telefonema querem me intimidar. Intimidação que ocorre de diversos modos.

Há cerca de uns dois anos recebi uma série de e-mails, de gente criticando o ex-governador Garotinho e seu parceiro Silas Malafaia, um homem de negócios e cabo eleitoral travestido de pastor. Todos eles indistintamente tinham alguma coisa para me falar. Um outro, dizia no e-mail que havia trabalhado com o governador, que tinha informações, e uma série de outras coisas. Resolvi comparar as mensagens e todas elas tinham a mesma origem e fonte, embora com endereços eletrônicos diferentes uns dos outros.

Escrevi o artigo Um presidente evangélico, que teve grande repercussão, sem contar o xingatório, as pressões e as reclamações de gente que se sentiu ofendida com o teor do artigo, que chamava os evangélicos brasileiros a refletir sobre o assunto que você pode. Por causa deste artigo, escrevi O efeito Garotinho, e de novo houve uma gritaria daquelas. Por causa destes e de outros textos, fui ameaçado, e lembrei das palavras que o jornalista, pastor e escritor Paulo Romeiro, da AGIR. Ele me disse certa vez que quem quer criticar tem de estar pronto para ser xingado, mal falado, acusado, maltratado, etc. Outro amigo, disse certa vez que os criticados às vezes iriam apelar para expedientes, digamos, pouco ortodoxos e acusar-me de uma série de coisas. E não é que acusam mesmo?

A igreja brasileira não está acostumada a críticas e muito menos, que estas críticas sejam por escrito, como são as minhas. Uma vez criticados, reagem com virulência e truculência.

Mas, não me preocupo com isto não. Hoje, busco fazer uma seleção das sugestões de pauta que recebo. É tanta coisa, tanta pilantragem, tanta sordidez, que sequer posso pensar em citar qualquer uma delas, mas se eu resolver apontar uma delas sequer, é caos total.

E os satanistas? Por causa de O Senhor dos Anéis, sou xingado até…; tem um satanista do Rio Grande do Sul, cuja especialidade é me perseguir, e chegou a montar um site só para me “detonar”, como ele mesmo diz. Site tão fuleiro e vagabundo que saiu do ar antes de entrar. Não contente, o adepto do diabo, me colocou insistentemente numa lista de discussões, e um dos seus cupinchas criou um fã-clube para mim. Não é muita “honra”? Por causa de O Senhor dos Anéis, fui ameaçado de morte por um grupo de jogadores de RPG. Marcelo Del Debbio, o maior expoente do RPG no Brasil virou meu inimigo pessoal e até criou uma home page atrelada ao seu negócio com o meu nome, tudo no sentido de me constranger e pressionar.

E o mascarado atrás de um pseudônimo, que me acusou de adesismo, pois confundiu profissionalismo com parcialidade. Na minha profissão já fiz tantas coberturas jornalísticas, que perdi a conta. Já fui a duas visitas do presidente Lula aos Estados Unidos, fora outros eventos, e este entendido do assunto, quis me colocar onde não estava; queria forçar uma situação inexistente, tudo com o objetivo de me constranger.

Sem contar as ameaças…

Por enquanto veladas, e tenho a certeza de que as mais recentes foram por causa das minhas críticas a candidaturas de cristãos a cargos eletivos. Reservo-me o direito de continuar com meus artigos, sempre que julgar conveniente – embora seja inconveniente para quem se aproveita da condição de cristão para querer ser eleito – e estes sempre terão minhas críticas.

Medo deles?

Nenhum. Se é uma coisa que não tenho é medo.

De ninguém. Ninguém mesmo…

Copyright©2004 – todos os direitos reservados ao autor – março/2005.

 

Jehozadak Pereira

Escrito em 2007, mas bem atual, principalmente em tempos onde a imprensa é criticada pela petistada toda, Lula à frente querendo colocar uma mordaça em quem os denuncia e critica.

A grande questão é que o PT como instituição e enquanto governo não aceita ser criticado por ninguém, e quando o é pela imprensa grita aos quatro cantos que é vítima de um complô da mídia. Mentira. A mídia não persegue ninguém, e a cantilena é a mesma de gente do quilate de Silas Malafaia, quando o criticado era o seu protegido, o ex-governador Garotinho, que dizia da perseguição pelo fato de ser um evangélico.

Já pensou se o nosso Lula, passasse por um processo de impeachment que passou o abjeto Collor de Mello? Pelo contrário, quem se dispôr a ler e pesquisar vai ver que ninguém mais manipulou a imprensa do que o próprio PT, cujos militantes eram os primeiros a vazar para a imprensa extratos bancários, documentos, e tudo o que podiam para comprometer e enlamear ainda mais o péssimo nome de Collor e sua troupe. Quem foi que surgiu com o motorista Eriberto França a tiracolo numa CPI? Ou ainda quem não se lembra do senador Suplicy se fazendo de sonso e detonando com tudo? Ou o próprio José Dirceu, com sua falsa indignação e moralidade deitando falação?

Quando era a imprensa nos olhos e em outras partes menos pudendas dos outros era bom, mas e agora que a imprensa relata tudo e marca em cima? Sabe daquele ditado que quem com ferro fere? Pois é…

Juscelino governou com a imprensa no seu pé. Ribamar, o estadista do Maranhão também. O topetudo Franco, o Itamar e FHC idem, e nenhum deles, ao que me consta se disseram vítimas de perseguição da imprensa. Não foi a imprensa que inventou Marcos Valério, e muito menos o mensalão. Não foi nenhum jornalista ou dono de qualquer veículo noticioso que chefiou o mensalão, ou sequer foi denunciado no STF. Quem foi? Foi o defectível José Dirceu, que se julgava o todo poderoso, e uma vez acusado – não julgado – quer politizar um caso de polícia, de roubo e de falcatruas contra os cofres públicos.

Já pensou se o Lula enfrentasse e passasse pelo mesmo processo de Nixon? O que vocês fariam? Mandariam prender ou matar os jornalistas que os denunciasse? Nixon saiu calado e jamais acusou a imprensa de o ter derrotado.

O PT que sempre pregou a ética, a moralidade e a lisura na política não tinha o direito de errar, pois sabia que todos os olhos da nação estariam em cima, mas não, o que fizeram? Tudo o contrário. E quando pilhados saem-se com a conversa fiada de que a imprensa os persegue.

Acusam o finado Serjão das mesmas práticas. Claro que é comodo, se justificar acusando. A impressão é a de que se o Serjão fez e ninguém falou nada, nós – o PT – podemos fazer e se a imprensa nos detonar – na visão tacanha e miúda da companheirada – nós vamos nos fazer de vítimas. E não é o que tem acontecido?

Quando o presidente Lula já eleito, mas não empossado veio a Washington eu fui numa comitiva de jornalistas participar de um almoço onde ele estava. Nunca vi tanta arrogância e prepotência andando juntas. Membros da comitiva, olhavam todos por cima e estavam mais preocupados e deslumbrados com o que os cercava, do que tudo.

Outra coisa difícil de aceitar é a fala de Lula que não sabia de nada. Quanta mentira e cinismo. Para que serve o serviço de informações de um governo? Lembro que cada um dos envolvidos trabalhavam no mesmo palácio que Lula dá seu expediente e mesmo assim, ele continua afirmando que não sabia de nada. A quem ele quer enganar? Que busque outro trouxa. Aliás, trouxa é o que não falta.

Todos estes escândalos denunciados, servem para colocar o PT no seu devido lugar junto com todos os outros que o antecederam no exercício do poder, e é dever da imprensa sim, informar, denunciar, expor e noticiar os rolos de quem quer que seja. Aqui nos Estados Unidos a imprensa toma partido sim, e nem por isto é cerceada. Outro dia participei de um jantar onde estavam cerca de 2,5 mil profissionais de imprensa, e ao lado deles as principais autoridades do estado. Governador, prefeito da capital, deputados e senadores, e nenhum deles foi poupado de críticas ou gozações. Inclusive um ex-prefeito da capital que estava preso por causa de problemas na administração da cidade, mas como é um homem muito popular, as previsões dão conta de que ele se elegerá na próxima eleição.

Sabe quem o denunciou? Foi a imprensa. Ele foi investigado, julgado, condenado a cumprir uma pena de cinco anos por corrupção, formação de quadrilha e conspiração. Mas nem por isto culpou a imprensa.

O que me parece é que o PT quer estar acima do bem e do mal, e se pudesse calava a imprensa, como fez o idiota do Chávez ou criava uma imprensa oficial nos moldes da que Castro criou.

Conviver com as opiniões diferentes e com as diferenças é uma arte que o PT não aprendeu ainda, e pelo jeito não vai aprender nunca, e se continuar nesta toada, vai sobrar incapacidade e faltar culpado para ser apontado. Concorda?

Jehozadak Pereira

Li no blog do Volney Faustini, um post onde ele conta que assistindo o programa do Silas Malafaia viu o Morris Cerullo pedindo uma graninha, sabe-se-lá para que. Faustini escreveu uma carta aberta ao Malafaia perguntando se o dito cujo sabe o que significa 171. Resta saber se ele vai se dignar a ler.

Nota: Este artigo foi escrito em 2004, mas está mais atual do que nunca. Mesmo porque os espertalhões continuam aí na mídia pedindo dinheiro para seus projetos pessoais. Caem, os bigodes e os cabelos, mas as caras-de-pau continuam as mesmas.

Por causa da ética não criticamos. Por causa da tolerância, tomamos qualquer espertalhão como um dos nossos. Por causa da unidade aceitamos que vendilhões explorem a boa fé daqueles que, necessitados, vêem neles a esperança para os seus males e mazelas. Por causa da nossa ética, fazemos vista grossa àquilo que deturpa, corrompe e conspurca o santo Evangelho da graça de Jesus Cristo.

Eu me pergunto muitas vezes qual o rumo que a igreja está tomando? Para onde caminha a igreja? Qual será o resultado de tudo isto que nos cerca? Um tempo atrás entrevistei o Caio Fábio e ele disse uma coisa que me chamou a atenção. Afirmou que a igreja hoje – especialmente as neopentecostais – têm adotado práticas e ritos sincréticos que nada tem a ver com a liturgia das nossas igrejas tradicionais ou pentecostais. É um tal de sal grosso, banho de descarrego, corrente disto, corrente daquilo, mesa com toalhas brancas, velas, e tanta coisa que tomaria tempo e espaço demasiado para narrar aqui.

Ressalte-se que para o pobre necessitado nada é de graça. Há um preço a ser pago. Se ele quer prosperidade, assalta-se o bolso dele descaradamente. Se quiser saúde, tome o dinheiro dele. Se desejar um carro, uma casa? Veja o quanto a vítima tem na carteira? Não tem nada? Não tem problema! Dê um cheque pré-datado, que vai ser trocado na esquina com o agiota de plantão. E as campanhas dos “trezentos” de Gideão? O pobre deve estar se revirando na tumba de desgosto.

Haja trezentos valentes! É pregado nestes balcões de negócios que o indivíduo tem de dar para poder receber. Prega-se um evangelho deturpado, barato, vagabundo, insosso, nauseabundo, desprezível, e tudo o mais que se possa adjetivar este arremedo que eles teimam em corromper.

Onde está na Bíblia que é preciso dar algo para ter aquilo que se precisa? Os valentes de Gideão foram para uma batalha onde Deus estava no negócio, e a menos que minha Bíblia esteja errada, eu não encontro ali qualquer menção a dinheiro.

Mantém-se o cidadão encabrestado na ignorância de que ele precisa ofertar, ofertar, ofertar, cada vez mais, para que seja abençoado.

Mentirosos desprezíveis.

Um destes muitos bispos que povoam o mercado, certa feita afirmou que se um coitado – quem acredita nele, pede alguma bênção, paga por ela, pois é influenciado a dar, e não recebe o que espera, a culpa vai cair sempre em cima de quem suplica, e dizia ainda com cara de ratazana, que não recebeu por falta de fé. Prosseguia dizendo que o negócio dele é sempre sem risco algum de ter reclamação. Joga tudo na falta de fé e pronto. Se morrer não pode reclamar, se não recebe o que espera idem, e assim estes malandros prosseguem enriquecendo mais e mais.

A igreja hoje é doente por causa desta podridão a que é submetida, e não pensem que é somente no Brasil. É uma tendência mundial que varre as igrejas do planeta. Antigamente um homem entrava no ministério para ganhar almas, hoje – com raras exceções – entra para ganhar dinheiro.

Outro dia eu lia na internet, que o tal ”apóstolo” foi numa reunião de um clube de pastores, e disse na maior cara de pau, que seus “problemas” foram resolvidos. Logicamente, que ninguém espera que estes, digamos quadrilheiros, travestidos de crentes, sejam presos, mas me pergunto muitas vezes o que se passa na cabeça de um sujeito destes. Será que não tem o temor de Deus, será que não teme a mão do Senhor? Tem um outro arrogante que se diz escritor de livros – mas que na realidade são outros que escrevem para ele – que suas perorações, que ele transforma em livretos, sempre são inconclusas, pois quem quiser saber o que vai acontecer tem de comprar a série de três livros que ele vende ao final de cada uma das suas falas, seja em igrejas, seja na televisão. E o velhaco diz isto rindo, como que dizendo – enganei mais um trouxa. E olha que ele anda lépido e fagueiro a bordo de um carrão importado blindado que custa mais de R$ 200 mil. Perdoem-me a dureza, mas estes têm de ser denunciados.

Este mesmo, circunstancialmente, elege alguém para bater. O próprio Caio Fábio já foi vítima dele, quando o dito cujo recebia dinheiro para “bater” nele. Outras vítimas são conhecidas. Para uma delas nos Estados Unidos, ele pediu dinheiro para financiar um programa de televisão.

Quando ouviu a recusa falou mal até cansar, depois de receber uma régia oferta, que evidentemente ele nem falou em devolver.

Logo, logo tem mais uma eleição e certamente ele vai ganhar mais uns trocados defendendo algum “irmão” de fé. Para a platéia vai dizer que é por pura convicção. E há quem acredite nele.

E as oligarquias nas famosas convenções gerais? Passa de pai para filho ad eternum, os coronéis perpetuam-se no poder e na manipulação sem dar satisfação alguma, e suas vontades são leis que devem ser cumpridas de imediato, pois eles não admitem ser contrariados. Estão no poder há anos. Ouse perguntar quem será o substituto de qualquer deles? As decisões são verticais, manda quem pode e acabou.

E a apostolada? Nunca vi tanto apóstolo. E os carros? E as roupas? E os relógios? Tempos atrás eu vi um bispo pregando e ele se dizia muito humilde, muito simples, mas no púlpito disse que seu terno havia custado US$ 5 mil, na Laffaiette Galerie em Paris. Seu relógio havia custado à bagatela de US$ 12 mil, na Picadilly Circus, em Londres. No dia seguinte ele falou da camisa. O preço? US$ 1,2 mil, na Rodeo Drive, em Los Angeles, e o cara-de-pau dizia que aquelas eram parte das coisas que ele havia comprado. Fiquei imaginando o quanto custava o guarda-roupa dele. Vivia como outros tantos como um sibarita.

Quem bancava aquela luxúria toda? O povo que acreditava nele claro, tempos depois ouvi que ele havia se enveredado pelas barras da saia de uma jovenzinha, e o povo da sua igreja havia debandado. Ao ter esvaziado o negócio que ele chamava de igreja, o padrão de vida dele caiu bastante. Teve de vender o carro blindado, dispensar o séqüito de seguranças e motoristas, e se a coisa apertar ele pode vender os ternos, os relógios, as camisas… Como não era a primeira vez que o senhor epíscopo derrapava nas curvas de alguma donzela, a igreja foi contribuir em outra freguesia, deixando-o a ver navios.

De onde vem o dinheiro desta gastança toda? Do bolso de pobres coitados, explorados em intermináveis cultos diários nas filiais da sua igreja.

Voltando aos apóstolos, tem até apóstola no mercado. E o sonho dourado da apóstola é que cada estado brasileiro tenha o seu apóstolo, e cada um destes apóstolos deve ter outros doze com ele, e cada um destes doze deve ter outros e assim vai, e certamente gente que não conhece Bíblia, que não tem estofo moral e espiritual para o cargo que eles querem ocupar. Não demora e vai começar a estourar no Brasil escândalos e mais escândalos envolvendo estes “apóstolos”. É esperar para ver.

Irmãos, as bênçãos de Deus são gratuitas e dadas de bom grado, basta você ter fé. Se te pedirem dinheiro não dê.

Se te oferecerem uma corrente, não aceite, se te constrangerem a aceitar a palavra deles como verdade, refute, Deus não cobra nada de ninguém. Seu dever como crente em Cristo, é dar o seu dízimo e as suas ofertas alçadas, o que passar disto é errado diante de Deus, é pilantragem.

Gideão e os seus trezentos saíram para guerrear e vencer uma batalha. Hoje os tais “trezentos” envolvem invariavelmente dinheiro e usam o pobre do Gideão como desculpa esfarrapada. Manipulam o povo para que estes acreditem que para serem valentes tem de forçosamente mexer nas carteiras. Mentira.

E os leilões de “bênçãos” que eles fazem. Quem vai dar 10 mil? – Aqui não tem nenhum valente para dar 10 mil? E os de 5 mil? E por aí vão, extorquindo o povo.

Quem não tem dinheiro para dar, sente-se um lixo, e conseqüentemente desprezado por Deus. Nada disto. Repito que bênçãos não são vendidas, bênçãos são dadas por Deus. Pura e tão somente.

Hoje uma igreja não se mede pelas almas que ganha, e sim pelo que arrecada. É o fim da picada. Logicamente há as exceções a esta regra, mas elas estão cada vez mais difíceis de ser achadas.

Estes piratas seguem o exemplo e o legado de Geazi. Ao ver o verdadeiro homem de Deus recusar os presentes e o dinheiro de Naamã, um inconformado Geazi foi atrás da caravana do sírio para pegar para si aquilo que alimentaria seu espírito mercenário. Queria ficar rico, e a pequena fortuna rejeitada pelo profeta – o verdadeiro homem de Deus recusa os encantos do dinheiro fácil – Geazi deu início àquilo que ainda nos nossos dias encontra ressonância – o assalto aos bolsos alheios e deixou centenas, milhares de seguidores.

Fico imaginando o dia em que esta matilha tiver de prestar contas a Deus, todo poderoso, a respeito de tudo o que arrancaram do povo, o que eles vão dizer? Vão dizer que preferiram o exemplo e a prática de Geazi, em detrimento da atitude de Eliseu. É mais fácil, é mais cômodo e como enriquecem…

Em tempo: 171 é o artigo no Código Penal que define a pratica de estelionato.

Jehozadak Pereira

Só ontem recebi a Veja de duas semanas atrás, e e li o sabão que a revista passou no Silas Malafaia, que depois do “Passando o Manto” mandou que ouvintes seus escrevessem para a redação reclamando de um artigo publicado.

É realmente uma pena que 1.452 pessoas tenham dado ouvidos a este mercador de livros medíocres que ele diz que escreve terem reclamado. Silas quer ter o poder de um censor e se pudesse extirpava tudo aquilo que não o agrada da imprensa.

Aliás, ele quer posar de coerente, mas o que lhe sobra são incoerências tantas que vale a pena lembrar só de algumas. Quando resolveu apoiar o tal do Garotinho, meteu o pau no então candidato Lula, para pouco depois quando o seu candidato ter perdido a eleição, apoiar “incondicionalmente” o futuro presidente da república. Claro que sem nenhum interesse.

Uma vez foi falar numa igreja em Boston e diante da oferta que recebeu, derramou-se em elogios ao líder da igreja de um modo desconcertante. Tempos depois quando as coisas por lá tomaram outro rumo, foi o primeiro a desancar o homem. Só que quando ele – Silas, esteve pregando lá, as coisas já não iam bem, e o seu faro de “profeta” falhou, afinal importava era a grana que logicamente não foi devolvida, pois a fisiologia do reverendo é a mesma do lagarto – jamais vomitar o que come, não importando o quão indigesto seja a quantidade de “verdes”, e nem a sua origem – animal, vegetal, mineral ou de qualquer outra espécie, se é que me entendem…

Quem não se lembra dele – Silas, falando mal do G12 e do Terranova? Pois bem, quem é o mais novo amiguinho dele? Bingo! Acertaram! Até pregaram juntos no tal do “Passando o Manto”. Poderia escrever outras dezenas de contradições de Malafaia, mas penso que por enquanto estas bastam.

Outro dia mesmo, falou mal do Edir Macedo e da IURD e foi solenemente ignorado. Ele disse que estava falando “em amor”, mas na realidade foi ingênuo o tempo todo ao não ver onde o bispo Macedo chegaria, ou melhor, o seu faro de “profetão” falhou de novo.

Tempos atrás ele pregou na igreja onde eu congrego, e foi uma mensagem tão ordinária, tão fraquinha, tão xinfrim que fiquei com pena das pessoas que estavam lá. Ele perdeu, ou melhor, tomou mais tempo tentando vender seus livros porcarias, do que falando para a edificação do povo.

Agora resolve atacar a Veja, em mais uma atitude incoerente da sua parte, entre tantas que já teve ao longo da vida.

Claro que a questão do homossexualismo é delicada e meu ponto de vista é sempre o bíblico, mas querer colocar a Veja como inimiga dos cristãos é o fim da picada, além de ser uma manipulação terrível, tal como ele faz com a Globo, xinga, xinga, xinga, mas morre de vontade de pregar lá.

Quer maior incoerência do que esta?

PS Uma coisa chamou minha atenção. Já repararam que o reverendo se gaba de ser a “voz”  dos evangélicos no Brasil, não conseguiu eleger o Garotinho a presidente e quando “ordena” que o “seu” povo entulhe a Veja de cartas e e-mails, somente mil e poucos gatos pingados o fazem? Será que com todo o seu “prestígio” ele conseguiria eleger o síndico de um prédio?

Jehozadak Pereira

Dizem que as novelas nada mais são do que uma representação da vida. Se for assim mesmo as cenas exibidas no dia 12 extrapolaram toda e qualquer representação da vida. Talvez seja a representação da vida de Aguinaldo Silva, autor da novela Duas Caras. As cenas mostradas foram de um mau gosto profundo pois retrata o linchamento e a invasão da casa de Dália, Bernardinho e Eraldo que vivem um triângulo amoroso. Até ai nada demais a não ser pelo fato de Bernardinho ser homossexual e ser tratado como “bambi”, “boiola” e “florzinha”, por outros personagens da novela, e deve-se perguntar de quem é o preconceito?

As cenas fortíssimas mostraram a rebelião do povo da favela da Portelinha, que foram assulados por Edivânia, frequentadora da Igreja do Abençoado e resolveram fazer justiça em nome de Deus. Edivânia, que anda com uma Bíblia – ou algo parecido nas mãos – o tempo todo e que não perde uma oportunidade sequer de: 1. fazer fofoca; 2. cuidar da vida alheia; 3. brandir a Bíblia – ou algo parecido – contra tudo e contra todos; 4. evocar o juízo e dizer que é em nome de Deus.

O que provocou a ira de Edivânia foi a compra de um colchão king size para que os três – Dália, Bernardinho e Edivânia pudessem dormir a vontade enquanto esperavam pelo nascimento da filha de Dália que terá dois pais – com quem Bernardinho que num momento de recaida teve uma relação sexual ou Eraldo que é o outro vértice do exótico triângulo.

Em nome de Deus uma possessa Edivânia, numa das cenas mais fortes da televisão brasileira em todos os tempos foi à frente da turba que apedrejou, espancou e depredou a casa onde os três moram.

A comunidade cristã-evangélica brasileira protestou contra a exibição imediatamente e os e-mails da Rede Globo e do autor ficaram entulhados de reclamações, pois o que se viu ali não condiz em absoluto com a realidade.

Nós como cristãos não concordamos com o homossexualismo porque a Bíblia assim preconiza, mas dai sair batendo e espancando homossexuais só porque são homossexuais é uma circunstância totalmente desvirtuada da realidade e é de se perguntar para Aguinaldo Silva quantas vezes ele já viu um cristão professo batendo, espancando ou linchando um homossexual?

Aliás, na novela mais uma vez os cristãos ou os crentes – como queiram são retratados de forma caricata e distorcida, beirando o fanatismo e é até possível que exista gente assim, mas se o núcleo de pesquisa da novela não sabe como somos, porque não foram fazer laboratório para ver como é?

Qual é o problema da Globo com os evangélicos? É acertar contas? Por que? O que lhe fizemos? Ainda devemos perguntar para Aguinaldo Silva qual é o problema dele com os evangélicos? É acertar contas? Por que? O que lhe fizemos? Temos o nosso credo e nele cremos, assim como cada um tem o seu e nele crê.

Aliás, Aguinaldo Silva escreve Duas Caras como um autor de novelas ou como um ativista do homossexualismo, visto que é homossexual assumido? A realidade é que ambos – Globo e autor extrapolaram na mão e exageraram na dose e agora enfrentam protestos merecidos.

Há gente que defende a censura como um meio de coibir abusos semelhantes, pois além de tudo o que aconteceu embora seja tido como uma expressão de arte é na realidade um vilipêndio à igreja evangélica brasileira.

É certo que no nosso meio há gente oportunista como Silas Malafaia que recentemente provocou polêmica ao atacar o homossexualismo no seu programa de televisão. Os motivos de Malafaia não são nada nobres, mas sim meramente comerciais. A Globo precisa saber que não somos como Edivânia e a sua turba de gente fanatizada e estereotipada negativamente por Aguinaldo Silva e retratada pela Globo.

 


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