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Jehozadak Pereira

Rafael têm muitos amigos e amigas no seu perfil no Facebook. Outro dia na balada foi ignorado por um deles e ficou revoltado pois fora adicionado e frequentemente o seu ‘amigo’ postava-lhe mensagens e curtia as suas fotos e atividades. Conversando com a sua namorada deu-se conta de que não era o único naquela situação, pois com ela acontecia a mesma coisa, inclusive com colegas de sala de aula na faculdade, ou seja, eles eram ao mesmo tempo amigos e desconhecidos de gente com quem partilhavam todas as coisas. Read the rest of this entry »

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Jehozadak Pereira

Já escrevi muitos textos sobre o 11 de setembro de 2001, o que considero o dia infamia. Hoje vou postar este texto que escrevi sobre a caçada que terminou com a morte de Osama bin Laden.

Good bye Geronimo

Quase 10 anos depois, uma tropa de elite americana colocou aos tiros o fim de uma caçada que se intensificou depois do maior atentado terrorista de todos os tempos em New York que fora ordenada por Osama bin Laden, líder da Al Qaeda e que matou milhares de pessoas e transformou o mundo de forma que jamais foi o mesmo depois.

Apostava-se que bin Laden estava enfurnado em algum buraco nas montanhas do Afeganistão e por lá era procurado desde setembro de 2011, porém a CIA descobriu que ele possivelmente estava escondido perto de uma base militar no Paquistão, numa mansão que foge totalmente dos padrões locais por diversos motivos. Um deles era a total falta de linhas telefônicas e de internet, itens básicos em qualquer tapera ao redor do mundo. Um trabalho de investigação fez ver que ali na casa – um complexo fortificado e protegido no pés das montanhas em Abbotabad, morava alguém muito importante e caçado no mundo todo.

As narrativas nos dias subseqüentes mostram que o principal morador da casa foi discreto o tempo todo e a ausência de linhas telefônicas e de internet foram sem dúvida alguma os principais motivos que evitaram que Osama fosse identificado e preso ou morto antes.

Dá para imaginar o aparato de segurança e de cuidados que o cercavam e que formavam uma verdadeira rede de silêncio e aparente cumplicidade das autoridades paquistanesas que sequer foram informadas da expedição americana que exterminou com o maior chefe terrorista da história.

Aparato que diante do profissionalismo e preparo dos americanos de nada adiantou porque certamente os profissionais extremamente treinados e preparados não deram nenhuma chance ao staff de bin Laden e terminaram por matá-lo sem nenhuma baixa a não ser um helicóptero que apresentou problemas e foi destruído no local.

O mundo civilizado aplaudiu a missão americana e há um certo alívio e ao mesmo tempo preocupação por esperar uma onda de atentados terroristas de fanáticos religiosos que certamente irão querer vingar um dos homens mais temidos da nossa época.

Ou seja, por mais que se preocupem e se previnam as autoridades sempre haverá uma ponta solta para que gente do quilate de Osama bin Laden cometam suas infâmias e crueldades que diga-se nada tem a ver com a prática do islamismo segundo dizem os especialistas.

O êxito na caçada a bin Laden fez subir de imediato a popularidade de Barack Obama que com extrema sensibilidade e tranqüilidade comunicou ao mundo a morte do terrorista e foi aplaudido por todos, inclusive republicanos que não podem lhe tirar mérito de ter coordenado pessoalmente a missão de extermínio.

Há quem diga que Obama caminha a passos largos para a reeleição pois logrou fazer aquilo que seu antecessor – George W. Bush tentou e não conseguiu fazer e se conseguir será por seus próprios méritos. A grande realidade é que o governo americano devia ao seu povo e sua gente e também a mundo a captura – vivo ou morto de Osama bin Laden que vai entrar para a história como um homem covarde, frio, arrogante, dissimulado, sanguinário e que nunca hesitou um instante sequer em ordenar o massacre de civis para tentar impor o seu jugo e para evitar que sua sepultura se transformasse num lugar de peregrinação, ordenou-se que seu corpo fosse jogado ao mar para certamente servir de repasto aos peixes.

Certamente a missão da brava e destemida tropa de elite se transformará num filme de sucesso e prêmios garantidos. O terrorismo mundial e seus mandantes já sabem que jamais estarão seguros em qualquer lugar, Obama vai ser reeleito a depender dos últimos dias, Osama bin Laden foi varrido para o lixo da história e será com tempo lembrando como um covarde que a exemplo de outros tiranos mandou fazer e depois se escondeu candidamente em algum buraco ou bem protegido por muros e segurança extrema que de nada adiantaram. A frase chave de tudo isto será sem dúvida a que comunicou que Geronimo já era. Uma pena que tarde demais…

 

 

Jehozadak Pereira

Publicado originalmente no www.acheiusa.com

Rafael têm muitos amigos e amigas no seu perfil no Facebook. Outro dia na balada foi ignorado por um deles e ficou revoltado pois fora adicionado e frequentemente o seu ‘amigo’ postava-lhe mensagens e curtia as suas fotos e atividades. Conversando com a sua namorada deu-se conta de que não era o único naquela situação, pois com ela acontecia a mesma coisa, inclusive com colegas de sala de aula na faculdade, ou seja, eles eram ao mesmo tempo amigos e desconhecidos de gente com quem partilhavam todas as coisas.

A partir daquele dia resolveram que as coisas seriam diferentes e somente teriam como amigos aqueles com quem realmente tivessem afinidades e começaram uma limpeza que durou dias até que ficassem somente amigos e parentes. “Tornou-se um hábito das pessoas adicionar qualquer um que lhes peça para ser adicionado e as vezes não nos damos conta de que sequer sabemos quem são ou o que representam de fato”, diz Rafael.

Com a febre do Facebook que originariamente nasceu para ser um pólo de integração dos alunos de Harvard, milhares de pessoas abandonaram os seus perfis no Orkut e uma nova onda aconteceu, pois as redes sociais servem para que as pessoas possam ver e ser vistas independentemente do lugar onde estejam. Também se tornou um método para reencontrar velhas amizades, parentes e sobretudo para interagir com novas pessoas.

Porém, o que deveria ser uma diversão acaba por se tornar uma fonte de preocupação e stress, pois como não há um manual de etiqueta de como se comportar e as pessoas não sabem como agir diante de algumas situações que as vezes tendem a se tornar embaraçosas e preocupantes. A maioria das vezes as pessoas estão ou são solitárias e não tem paciência para cultivar amizades duradouras e é aí que entram as redes sociais.

Em 2009, Eudes Souza, que morava em Boston, Massachusetts aplicou via MSN Messenger um golpe numa brasileira que mora em New Jersey. Adicionada no MSN por Eudes, a mulher não se deu conta de que estava caindo numa armadilha e perdeu aproximadamente US$ 6 mil – parte em dinheiro e parte numa dívida do cartão de crédito. Além disto seu irmão perdeu no Brasil outros US$ 6 mil, já que Eudes afirmava ter um esquema que facilitava a retirada de vistos de trabalho nos EUA. Uma queixa foi prestada numa delegacia de polícia em Governador Valadares e Eudes sequer foi ouvido pela justiça, já que o inquérito policial não deu em nada, ficando a frustração da brasileira que acreditou que Eudes ou ‘Paulo’ como ele se apresentava estava apaixonado por ela.

Tempos atrás uma discussão sobre como agir no caso de encontrar uma pessoa a quem havia excluído do perfil no Facebook. Cumprimentar ou não? “Eu cumprimentaria a todos como sinal de civilidade e boa educação. Manter alguém no Facebook é decisão que não pode abranger a todos os que conhecemos. Cumprimente sim, é mais elegante. Acho que há relacionamentos que não cabem num social network, mas como tudo é relativamente novo, vamos descobrindo à medida que erramos”, disse uma das debatedoras.

Lara – nome fictício se deu mal no ano passado por causa de umas fotos que postou no Facebook. Há 12 anos nos EUA e morando na região de New York, Lara fez de brincadeira umas fotos sensuais com um fotógrafo que é seu amigo no final de 2010. Formada na universidade se candidatou a uma vaga num dos mais respeitados escritórios de advocacia na cidade e ficou com o emprego. Um mês depois foi dispensada por causa as fotos postadas no Facebook e que haviam sido descobertas por investigadores contratados pelo escritório para levantar a vida pregressa dos recém-contratados. De nada adiantou os seus argumentos. “Disse a eles que as fotos eram uma mera brincadeira e que não via maldade alguma nelas, já que estavam abertas para o meu círculo de amizade. Até hoje penso que quem descobriu foi uma determinada pessoa que me adicionou e que jamais conheci ou sabia quem era, só sei que depois disto só adiciono quem realmente conheço e aprendi uma dura lição de que o meu futuro pode ser comprometido por causa de algumas fotos. Fotos, que tirei imediatamente do meu perfil e hoje tenho 50 e poucas pessoas como amigos, mas tenho a certeza de que são realmente meus amigos”, disse.

Dicas para se dar bem

–       Se tiver dúvidas sobre quem está te adicionando, não aceite

–       Se tiver dúvidas acerca daquela pessoa que você não conhece e que te adicionou, delete-o

–       Jamais justifique ter excluído, bloqueado ou não aceitado uma amizade

–       Elabore listas específicas e coloque nelas as pessoas conforme seu critério

–       O Facebook permite que se bloqueie as suas informações, fotos e postagens

–       Jamais coloque em redes sociais informações pessoais como data de nascimento, número de documentos, endereços, relações familiares, trabalho e telefones

–       Se for colocar fotos de carros e motocicletas, omita as placas

–       Partilhe somente informações com quem você confia de fato

–       Não exponha sua intimidade de modo algum

–       Não xingue e nem destrate ninguém

–       Respeite para ser respeitado

–       Não poste spam ou propaganda do seu negócio ou profissão

–       Não envie mensagens não solicitadas

–       Não clique em links que te enviam. Você pode estar caindo numa armadilha

–       Cuidado com as correntes e mensagens de cunho religioso ou político

–       Se cansou, delete o seu perfil nas redes sociais

–       Não poste e nem escreva nada do qual possa se arrepender mais tarde

–       Lembre-se que por mais restrito que esteja o seu perfil, as redes sociais são sim um livro aberto…

Jehozadak Pereira

Quase 10 anos depois, uma tropa de elite americana colocou aos tiros o fim de uma caçada que se intensificou depois do maior atentado terrorista de todos os tempos em New York que fora ordenada por Osama bin Laden, líder da Al Qaeda e que matou milhares de pessoas e transformou o mundo de forma que jamais foi o mesmo depois.

Apostava-se que bin Laden estava enfurnado em algum buraco nas montanhas do Afeganistão e por lá era procurado desde setembro de 2001, porém a CIA descobriu que ele possivelmente estava escondido perto de uma base militar no Paquistão, numa mansão que foge totalmente dos padrões locais por diversos motivos. Um deles era a total falta de linhas telefônicas e de internet, itens básicos em qualquer tapera ao redor do mundo. Um trabalho de investigação fez ver que ali na casa – um complexo fortificado e protegido no pés das montanhas em Abbottabad, morava alguém muito importante e caçado no mundo todo.

As narrativas nos dias subseqüentes mostram que o principal morador da casa foi discreto o tempo todo e a ausência de linhas telefônicas e de internet foram sem dúvida alguma os principais motivos que evitaram que Osama fosse identificado e preso ou morto antes.

Dá para imaginar o aparato de segurança e de cuidados que o cercavam e que formavam uma verdadeira rede de silêncio e aparente cumplicidade das autoridades paquistanesas que sequer foram informadas da expedição americana que exterminou com o maior chefe terrorista da história.

Aparato que diante do profissionalismo e preparo dos americanos de nada adiantou porque certamente os profissionais extremamente treinados e preparados não deram nenhuma chance ao staff de bin Laden e terminaram por matá-lo sem nenhuma baixa a não ser um helicóptero que apresentou problemas e foi destruído no local.

O mundo civilizado aplaudiu a missão americana e há um certo alívio e ao mesmo tempo preocupação por esperar uma onda de atentados terroristas de fanáticos religiosos que certamente irão querer vingar um dos homens mais temidos da nossa época.

Ou seja, por mais que se preocupem e se previnam as autoridades sempre haverá uma ponta solta para que gente do quilate de Osama bin Laden cometam suas infâmias e crueldades que diga-se nada tem a ver com a prática do islamismo segundo dizem os especialistas.

O êxito na caçada a bin Laden fez subir de imediato a popularidade de Barack Obama que com extrema sensibilidade e tranqüilidade comunicou ao mundo a morte do terrorista e foi aplaudido por todos, inclusive republicanos que não podem lhe tirar mérito de ter coordenado pessoalmente a missão de extermínio.

Há quem diga que Obama caminha a passos largos para a reeleição pois logrou fazer aquilo que seu antecessor – George W. Bush tentou e não conseguiu fazer e se conseguir será por seus próprios méritos. A grande realidade é que o governo americano devia ao seu povo e sua gente e também a mundo a captura – vivo ou morto de Osama bin Laden que vai entrar para a história como um homem covarde, frio, arrogante, dissimulado, sanguinário e que nunca hesitou um instante sequer em ordenar o massacre de civis para tentar impor o seu jugo e para evitar que sua sepultura se transformasse num lugar de peregrinação, ordenou-se que seu corpo fosse jogado ao mar para certamente servir de repasto aos peixes.

Certamente a missão da brava e destemida tropa de elite se transformará num filme de sucesso e prêmios garantidos. O terrorismo mundial e seus mandantes já sabem que jamais estarão seguros em qualquer lugar, Obama vai ser reeleito a depender dos últimos dias, Osama bin Laden foi varrido para o lixo da história e será com tempo lembrando como um covarde que a exemplo de outros tiranos mandou fazer e depois se escondeu candidamente em algum buraco ou bem protegido por muros e segurança extrema que de nada adiantaram. A frase chave de tudo isto será sem dúvida a que comunicou que Geronimo já era. Uma pena que tarde demais…

Jehozadak Pereira

Agora há pouco Barack Obama anunciou a morte de Osama bin Laden, fundador e principal nome da rede terrorista Al Qaeda. Bin Laden é daqueles homens funestos que quando morrem costuma-se dizer que já foi tarde, principalmente pelas coisas que fez e proporcionou fazer. Certamente um comando americano fez o serviço – bem feito por sinal – e inclusive tem o corpo de bin Laden para provar o que dizem. Em 2003 escrevi este texto que está abaixo e que fala um pouco acerca do que foi e é o terrorismo internacional. Só errei numa coisa – que bin Laden estaria numa toca. Não estava não. Estava numa mansão certamente bem protegido, e pelo que se viu a proteção falhou e ele dançou. Tal como um rato…

O flagelo do terrorismo

Anos atrás, o terrorismo era eminentemente com fins políticos ou de protesto. Setembro Negro e OLP – Organização de Libertação da Palestina – palestinos; Baader-Meinhof – alemão, Brigadas Vermelhas – italiano, IRA – irlandês; Sendero Luminoso – peruano; ETA – basco, Hizbollah – Partido de Deus – libanês; FARC – colombiano entre outros grupos. Alguns destes grupos como Setembro Negro, Baader-Meinhof e Brigadas Vermelhas estão extintos ou já abandonaram a luta armada, e faziam terrorismo circunscrito aos seus países. Muitos foram vitimados por explosões, atentados, seqüestros, assassinatos, assaltos e incontáveis mortes, outros ainda estão na ativa ou optaram pela negociação política para conseguir os seus objetivos.

Hoje o terrorismo têm fins religiosos na maioria das vezes. Novas organizações com dirigentes radicais e fanatizados pela falsa religião, que acreditam piamente que suas causas são nobres e as suas ações são justas.

O jornalista francês Gilles Lapouge afirmou tempos atrás numa brilhante análise que “esses assassinos cegos consideram-se santos, heróis, pessoas sacrificadas, que hoje provocam desgraça com o objetivo de preparar a felicidade de amanhã”.

Os ataques são perpetrados por suicidas que buscam impingir o maior dano possível no lado atacado. Esta tática é muito usada por grupos palestinos que na figura de solitários homens-bombas – considerados “mártires” – explodem em lugares de grande concentração de pessoas. A partir dos anos 90, os atentados terroristas passaram a ser feitos com carros-bombas e o único objetivo é causar o maior número possível de mortes e destruição. Num atentado em 1997, dois terroristas suicidas, transportando cada um 10 quilos de TNT – 100 gramas de TNT é suficiente para explodir uma tonelada de rocha – explodiram seus corpos num mercado em Jerusalém matando 13 pessoas e ferindo 170, muitas com mutilações permanentes.

São milhares de mortos em atentados terroristas, em todo o mundo, e ao que parece este número tende a aumentar nos próximos anos.

Uma nova onda de terrorismo invadiria o mundo apartir da guerra do Afeganistão. Milhares de muçulmanos de vários lugares do mundo se alistaram como voluntários para expulsar os infiéis ateus que invadiram o solo sagrado muçulmano. Deu-se início aí à guerra santa e os alistados passaram a ser chamados de mujahedins ou guerreiros santos. Depois de dez anos de luta, eles venceram, com armas fornecidas pelo ocidente. Entre estes mujahedins estava Osama bin Laden e a história do mundo mudou a partir dele. Frio, calculista, sanguinário, impiedoso e arrogante, bin Laden que é dono de uma imensa fortuna pessoal, colocou tudo isto a serviço de uma causa – impor ao mundo uma nova e mortal ordem – a de matar civis em nome de Deus. Fundador e mentor da Al Qaeda – a Base – bin Laden, foi o mentor do maior ataque terrorista de todos os tempos. Ao atacar o World Trade Center em New York, em setembro de 2001, onde morreram mais de três mil pessoas, e de patrocinar outros atentados nos anos seguintes, bin Laden deu mostras suficientes que se o mundo civilizado permitir ele colocará fogo no planeta em nome de Deus e da sua religião. Para os mujahedins eles são o instrumento e o canal para livrar primeiro a Arábia e depois o mundo dos infiéis. E para isto usam explosivos.

Quando em 1996, bin Laden declarou guerra aos Estados Unidos, ninguém lhe deu muita importância, hoje o mundo vê que ele falava sério. A funesta Al Qaeda, volta e meia da as caras, embora o seu fundador esteja entocado feito um rato numa toca fétida qualquer por lhe falta coragem de colocar a cara de fora, sua vida não vale um tostão furado.

Jehozadak Pereira

Morreu David Wilkerson, autor do best seller ‘A cruz e o punhal’, um livro que marcou a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo. ‘A cruz e o punhal’, conta a história do trabalho de Wilkerson com as gangues em New York. O livro embalou muitos dos meus pensamentos e sonhos e a admiração por este grande homem que deixou um legado importante para a humanidade.

Jehozadak Pereira

Há quem prefira os “legítimos” Rolex comprados no Chinatown em New York. Por módicos US$ 200 pode-se comprar um modelo que custa a bagatela de US$ 5 mil. Para quem não conhece, as chamadas cópias alternativas passam por verdadeiras, mas que por mais que se pareçam com os originais não passam de cópias baratas e ordinárias. Quem compra quer mostrar um estatus que não possui, além de ostentar o que não é. Além de fomentar a pirataria que é crime em todos os aspectos, a começar da moral.


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