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Jehozadak Pereira

É uma pena que um dos mais íntegros e probos homens brasileiros que é o ministro Celso de Melo vá livrar da cadeia estes ladrões do Mensalão. Se isto de fato acontecer o Brasil tem que fechar para balanço por tempo indeterminado. E com isto os ladrões vão se safar rindo na cara de todo mundo… Um horror!

Jehozadak Pereira

Tem gente que acha o ex-ministro Antonio Patriota ruim, fraco e omisso. E é mesmo. Porém, pior é quem o nomeou para o posto que assistiu a toda a sua trôpega e claudicante administração sem tomar atitude alguma e só o fez quando a coisa desandou de vez. Read the rest of this entry »

Jehozadak Pereira

Muito interessante mesmo o Brasil. Bastou o Fantástico de domingo relatar que a presidente Dilma Rousseff foi espionada para começar a indignação de muitos setores da sociedade brasileira contra o ato dos americanos. Mas reclamam do que mesmo? Quem não sabe que a banda toca assim há décadas? Quem é que ignora o fato de que há sim espionagem desde sempre e debaixo das barbas de todo mundo? Read the rest of this entry »

Jehozadak Pereira

Lula, aquele ébrio que foi presidente do Brasil e que adora dar palpite em tudo, elogiou o ex-espião Edward Snowden dizendo que ele fez um serviço às liberdades democráticas. Já que ele teve este rasgo de meter o nariz onde não é chamado, podia esclarecer e dizer a respeito da sua relação com a Rose Noronha, inclusive aquelas que tinham na alcova. Só depois disto é que ele poderia elogiar o Snowden…

Jehozadak Pereira

Nota: Em 2007 escrevi este texto que mais do nunca é atual e pertinente. O Brasil não munda nunca. Quem pensa o contrário vai se cansar…

O leite ordinário e a copa da sem-vergonhice

Acostumado a todo o tipo de escândalo, o Brasil pouco ou nada se surpreendeu com mais um. Desta vez com a adulteração do leite por empresas e cooperativas, que adicionaram soda cáustica e água oxigenada para ter um ganho de cerca de 10% no volume total do produto.

Tal manipulação mostra a quantas andam a moralidade do empresariado brasileiro, que até há algum tempo atrás quando queria lesar alguém, normalmente era com o governo em todos os níveis, e o fazia sonegando impostos e corrompendo autoridades. Adulterar produtos, principalmente alimentos era uma espécie de tabu, que parece que foi quebrado agora. Volta e meia tem-se notícia de que combustíveis, especialmente a gasolina é adulterada com tantos produtos, que a fiscalização pouco ou nada se preocupa em autuar os transgressores, e com isto as oficinas vivem entulhadas de carros com problemas por causa da gasolina vagabunda.
E assim de vigarice em vigarice o Brasil vai se deteriorando a ponto de nem se chocar mais com nada, especialmente a questão do leite adulterado. É sórdido e de extrema canalhice, e os responsáveis por mais este crime contra a população brasileira deviam ser condenados a tomar este leite adulterado junto com suas famílias até que aprendessem que o direito do povo a alimentos saudáveis é inquestionável. Read the rest of this entry »

Jehozadak Pereira

Nota 1: Este artigo foi escrito em 2004, mas está mais atual do que nunca. Mesmo porque os espertalhões continuam ai na mídia pedindo dinheiro para seus projetos pessoais. Caem, os bigodes e os cabelos, mas as caras-de-pau continuam as mesmas.

Nota 2: Hoje, 18 de janeiro, a Forbes Magazine publicou uma lista com os ditos líderes evangélicos mais ricos do Brasil. Uma vergonha! Um escárnio total! Uma patifaria destes velhacos embusteiros que ficam cada vez mais ricos num país de pessoas cada vez mais pobres...

Por causa da ética não criticamos. Por causa da tolerância, tomamos qualquer espertalhão como um dos nossos. Por causa da unidade aceitamos que vendilhões explorem a boa fé daqueles que, necessitados, vêem neles a esperança para os seus males e mazelas. Por causa da nossa ética, fazemos vista grossa àquilo que deturpa e corrompe e conspurca o santo Evangelho da graça de Jesus Cristo.

Eu me pergunto muitas vezes qual o rumo que a igreja está tomando? Para onde caminha a igreja? Qual será o resultado de tudo isto que nos cerca? Outro dia eu lia uma entrevista do Caio Fábio –www.refletir.com, e ele disse uma coisa que me chamou a atenção. Afirmou que a igreja hoje – especialmente as neopentecostais – tem adotado práticas e ritos sincréticos que nada tem a ver com a liturgia das nossas igrejas tradicionais ou pentecostais. É um tal de sal grosso, banho de descarrego, corrente disto, corrente daquilo, mesa com toalhas brancas, velas, e tanta coisa que tomaria tempo e espaço demasiado para narrar aqui.

Ressalte-se que para o pobre necessitado nada é de graça. Há um preço a ser pago. Se ele quer prosperidade, assalta-se o bolso dele descaradamente. Se quiser saúde, tome o dinheiro dele. Se desejar um carro, uma casa? Veja o quanto a vítima tem na carteira? Não tem nada? Não tem problema! Dê um cheque pré-datado, que vai ser trocado na esquina com o agiota de plantão. E as campanhas dos “trezentos” de Gideão? O pobre deve estar se revirando na tumba de desgosto.

Haja trezentos valentes! É pregado nestes balcões de negócios que o indivíduo tem de dar para poder receber. Prega-se um evangelho deturpado, barato, vagabundo, insosso, nauseabundo, desprezível, e tudo o mais que se possa adjetivar este arremedo que eles teimam em corromper.

Onde está na Bíblia que é preciso dar algo para ter aquilo que se precisa? Os valentes de Gideão foram para uma batalha onde Deus estava no negócio, e a menos que minha Bíblia esteja errada, eu não encontro ali qualquer menção a dinheiro.

Mantém-se o cidadão encabrestado na ignorância de que ele precisa ofertar, ofertar, ofertar, cada vez mais, para que seja abençoado.

Mentirosos desprezíveis.

Um destes muitos bispos que povoam o mercado, certa feita afirmou que se um coitado – quem acredita nele, pede alguma bênção, paga por ela, pois é influenciado a dar, e não recebe o que espera, a culpa vai cair sempre em cima de quem suplica, e dizia ainda com cara de ratazana, que não recebeu por falta de fé. Prosseguia dizendo que o negócio dele é sempre sem risco algum de ter reclamação. Joga tudo na falta de fé e pronto. Se morrer não pode reclamar, se não recebe o que espera idem, e assim estes malandros prosseguem enriquecendo mais e mais.

A igreja hoje é doente por causa desta podridão a que é submetida, e não pensem que é somente no Brasil. É uma tendência mundial que varre as igrejas do planeta. Antigamente um homem entrava no ministério para ganhar almas, hoje – com raras exceções – entra para ganhar dinheiro.

Outro dia eu lia na internet, que o tal ”apóstolo” foi numa reunião de um clube de pastores, e disse na maior cara de pau, que seus “problemas” foram resolvidos. Logicamente, que ninguém espera que estes, digamos quadrilheiros, travestidos de crentes, sejam presos, mas me pergunto muitas vezes o que se passa na cabeça de um sujeito destes. Será que não tem o temor de Deus, será que não teme a mão do Senhor? Tem um outro arrogante que se diz escritor de livros – mas que na realidade são outros que escrevem para ele – que suas perorações, que ele transforma em livretos, sempre são inconclusas, pois quem quiser saber o que vai acontecer tem de comprar a série de três livros que ele vende ao final de cada uma das suas falas, seja em igrejas, seja na televisão. E o velhaco diz isto rindo, como que dizendo – enganei mais um trouxa. E olha que ele anda lépido e fagueiro a bordo de um carrão importado blindado que custa mais de R$ 200 mil. Perdoem-me a dureza, mas estes tem de ser denunciados.

Este mesmo, circunstancialmente, elege alguém para bater. O próprio Caio Fábio já foi vítima dele, quando o dito cujo recebia dinheiro para “bater” nele. Outras vítimas são conhecidas. Para uma delas nos Estados Unidos, ele pediu dinheiro para financiar um programa de televisão.

Quando ouviu a recusa falou mal até cansar, depois de receber uma régia oferta, que evidentemente ele nem falou em devolver.

Logo, logo tem mais uma eleição e certamente ele vai ganhar mais uns trocados defendendo algum “irmão” de fé. Para a platéia vai dizer que é por pura convicção. E há quem acredite nele.

Na próxima eleição quando o seu pastor falar que vai apoiar algum candidato, pergunte o quanto ele vai estar ganhando pelo apoio, e não se espante se ele mandar excluir você por causa do questionamento.

E as oligarquias nas famosas convenções gerais? Passa de pai para filho ad eternum, os coronéis perpetuam-se no poder e na manipulação sem dar satisfação alguma, e suas vontades são leis que devem ser cumpridas de imediato, pois eles não admitem ser contrariados. Estão no poder há anos. Ouse perguntar quem será o substituto de qualquer deles? As decisões são verticais, manda quem pode e acabou.

E a apostolada? Nunca vi tanto apóstolo. E os carros? E as roupas? E os relógios? Tempos atrás eu vi um bispo pregando e ele se dizia muito humilde, muito simples, mas no púlpito disse que seu terno havia custado U$ 5 mil, na Laffaiette Galerie em Paris. Seu relógio havia custado à bagatela de U$ 12 mil, na Picadilly Circus, em Londres. No dia seguinte ele falou da camisa. O preço? U$ 1,2 mil, na Rodeo Drive, em Los Angeles, e o cara-de-pau dizia que aquelas eram parte das coisas que ele havia comprado. Fiquei imaginando o quanto custava o guarda-roupa dele. Vivia como outros tantos como um sibarita.

Quem bancava aquela luxúria toda? O povo que acreditava nele, pois recentemente ouvi que ele havia se enveredado pelas barras da saia de uma jovenzinha, e o povo da sua igreja havia debandado. Ao ter esvaziado o negócio que ele chamava de igreja, o padrão de vida dele caiu bastante. Teve de vender o carro blindado, dispensar o séqüito de seguranças e motoristas, e se a coisa apertar ele pode vender os ternos, os relógios, as camisas… Como não era a primeira vez que o senhor epíscopo derrapava nas curvas de alguma donzela, a igreja foi contribuir em outra freguesia, deixando-o a ver navios.

E por falar em sibarita, há um deles dono de uma grande; imensa igreja em São Paulo, que diz sentir o maior prazer em poder entrar numa loja de sapatos em New York, e gastar U$ 10 mil, de uma única vez, sem que ninguém o incomode com perguntas, ou ainda comprar quadros que variam de U$ 40 a U$ 100 mil sem se sentir culpado por isso. De onde vem o dinheiro desta gastança toda? Do bolso de pobres coitados, explorados em intermináveis cultos diários nas filiais da sua igreja.

Voltando aos apóstolos, tem até apóstola no mercado. E o sonho dourado da apóstola é que cada estado brasileiro tenha o seu apóstolo, e cada um destes apóstolos deve ter outros doze com ele, e cada um destes doze deve ter outros e assim vai, e certamente gente que não conhece Bíblia, que não tem estofo moral e espiritual para o cargo que eles querem ocupar. Não demora e vai começar a estourar no Brasil escândalos e mais escândalos envolvendo estes “apóstolos”. É esperar para ver.

Outro dia mesmo recebi um e-mail, onde o remetente me contava a história de um imóvel doado para um apostolado. Dizia também que havia uma queixa crime contra o apóstolo, por que o imóvel doado ao apostolado, estava registrado no nome de quem? Tem uma caixa de doces quem descobrir.

Bingo! No nome do “seu” apóstolo, lógico.

E a profetada? Tem um conferencista no Brasil, que aonde vai entrega sempre a mesma profecia. É batata. Um amigo meu foi vê-lo pregar em duas igrejas diferentes, e nas duas igrejas Deus “usou” ele para entregar a mesma profecia para dois homens diferentes, logo o meu amigo descobriu assistindo aos vídeos que em cada lugar que ele ia havia sempre uma vítima para receber, a mesma mensagem. Tal e qual as outras anteriores.

Irmãos, as bênçãos de Deus são gratuitas e dadas de bom grado, basta você ter fé. Se te pedirem dinheiro não dê.

Se te oferecerem uma corrente, não aceite, se te constrangerem a aceitar a palavra deles como verdade, refute, Deus não cobra nada de ninguém. Seu dever como crente em Cristo, é dar o seu dízimo e as suas ofertas alçadas, o que passar disto é errado diante de Deus, é pilantragem.

Gideão e os seus trezentos saíram para guerrear e vencer uma batalha. Hoje os tais “trezentos” envolvem invariavelmente dinheiro e usam o pobre do Gideão como desculpa esfarrapada. Manipulam o povo para que estes acreditem que para serem valentes tem de forçosamente mexer nas carteiras. Mentira.

E os leilões de “bênçãos” que eles fazem. Quem vai dar 10 mil? – Aqui não tem nenhum valente para dar 10 mil? E os de 5 mil? E por ai vão, extorquindo o povo.

Quem não tem dinheiro para dar, sente-se um lixo, e conseqüentemente desprezado por Deus. Nada disto. Repito que bênçãos não são vendidas, bênçãos são dadas por Deus. Pura e tão somente.

Hoje uma igreja não se mede pelas almas que ganha, e sim pelo que arrecada. É o fim da picada. Logicamente há as exceções a esta regra, mas elas estão cada vez mais difíceis de ser achadas.

Estes piratas seguem o exemplo e o legado de Geazi. Ao ver o verdadeiro homem de Deus recusar os presentes e o dinheiro de Naamã, um inconformado Geazi foi atrás da caravana do sírio para pegar para si aquilo que alimentaria seu espírito mercenário. Queria ficar rico, e a pequena fortuna rejeitada pelo profeta – o verdadeiro homem de Deus recusa os encantos do dinheiro fácil – Geazi deu início àquilo que ainda nos nossos dias encontra ressonância – o assalto aos bolsos alheios.

Fico imaginando o dia em que esta matilha tiver de prestar contas a Deus, todo poderoso, a respeito de tudo o que arrancaram do povo, o que eles vão dizer? Vão dizer que preferiram o exemplo e a prática de Geazi, em detrimento da atitude de Eliseu. É mais fácil, é mais cômodo e como enriquecem…

Jehozadak Pereira

A cabeleira Viviane Ramos viu suas filhas crescerem pelas fotografias que sua mãe remetia periodicamente pelo correio. Junto com seu marido, imigrou para os Estados Unidos no final da década de 90 para melhorar de vida. A distância da família, o choque cultural e a dificuldade de adaptação lhe renderam uma grave crise de depressão. “Senti solidão, saudade e entrei num estado de stresse muito grande que culminou com forte apatia em relação à vida”, afirma. Vivian só superou esse estado com ajuda médica.

É cada vez maior o número de casos de depressão, principalmente entre os imigrantes e a doença não escolhe idade, classe social ou raça. Nos Estados Unidos, os imigrantes estão mais passíveis à depressão por estarem longe de casa, da família e num ambiente muitas vezes adverso. Entre os brasileiros é muito comum a auto-medicação. Como os remédios são trazidos do Brasil sem o devido acompanhamento, em vez de curar, tem aumentado a gravidade da doença.

O que leva pessoas bem sucedidas, realizadas profissionalmente, acomodadas socialmente, com situações financeiras estáveis e aparentemente saudáveis a se deixar abater pela depressão, que é chamada de um dos flagelos da humanidade? O que dirá então daquelas que estão longe de seus familiares, parentes, amigos e do seu próprio meio, sendo forçados a viver praticamente como clandestinos sem nenhuma perspectiva a curto prazo e, às vezes, com medo da própria sombra ou da campainha que toca no meio da noite?

A depressão e o desânimo faz com que o dia mais ensolarado torne-se o mais sombrio período. Faz com que o ser humano sinta-se só no meio da multidão. Os dias são passados na mais absoluta falta de vontade de fazer qualquer coisa. Há a prostração total, que aliada a uma letargia insistente torna o indivíduo vítima de si mesmo.

E via de regra o depressivo só quer saber de morrer, e de preferência só e sem ninguém por perto. Não há uma explicação científica para a depressão. Isto é narrado por médicos e terapautas e serve de objeto de estudo nas nuances das crises vividas por cada um. Familiares e amigos, às vezes, são chamados para tentar desvendar os mistérios de uma mente deprimida.

Uma questão suscita dúvida: a depressão é clinica ou patológica? Como tratar o deprimido? Invariavelmente, os medicamentos ministrados aos deprimidos são antidepressivos que tornam a pessoa ainda mais passiva e distante do mundo real que o cerca. Para alguns, do mesmo modo que a depressão vem, ela vai aliviando a mente e deixando o deprimido aliviado e sem uma resposta para o mal que o acometeu.

Um grande número de pessoas deprimidas se matam a cada ano por não conseguir aceitar o mal que lhes foi imposto. A medicina tem buscado respostas para a depressão ano após ano e não as encontra.

A doença têm vários níveis que não podem ser menosprezados. Somente um especialista poderá indicar o tratamento adequado, analisando caso a caso.

Mesmo uma situação de nervosismo ou de angústia aparentemente passageira merece atenção. Não há uma estatística de quantas pessoas padecem de depressão e desânimo, mas uma coisa é certa: neste contingente estão pessoas de todas as camadas sociais e não há privilégio de uma classe específica. A medicina espera em curto prazo a descoberta da profilaxia correta para o tratamento adequado do mal dos nossos dias.

Os fatores que podem causar a depressão são inúmeros. Casamento e relacionamentos amorosos em crise, abandono, traição conjugal, morte e rompimentos de amizades, perda de emprego e sobretudo de identidade pessoal – muito comum nos imigrantes, solidão, falta de perspectiva de vida – principalmente para adolescentes e jovens, talvez as maiores vítimas nos dias atuais. O reflexo imediato é a falta de cuidados pessoais com a aparência física e o modo de se vestir. Outro reflexo é o desleixo com a casa, com o carro e com os objetos pessoais; o choro fácil e o isolamento do mundo. Para algumas pessoas o simples fato de estar envelhecendo é motivo suficiente para que a depressão as atinja em cheio.

Nos Estados Unidos, os imigrantes são mais passíveis de depressão. Entre eles, tem sido muito comum a auto-medicação com antidepressivos como o Prozac, o campeão de uso. Os remédios são trazidos do Brasil sem o devido acompanhamento médico e em vez de curar, tem piorado acentuadamente os casos de depressão. Há casos de brasileiros irem parar nos hospitais e consultórios americanos por causa do uso de antidepressivos sem receita médica.

Ciente de que não poderia sair sozinha da depressão, Viviane buscou ajuda médica e com o tratamento se livrou do problema e também pode ajudar uma amiga que frequenta a mesma comunidade que ela a buscar tratamento, pois ela tomava remédios que mandou trazer do Brasil por conta própria e piorava cada vez mais. “Hoje estou curada e sei como lidar com o problema se ele surgir de novo, o que espero que não aconteça”, diz Viviane.


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